O Henrique tinha razão de uma coisa, estava ficando complicada a situação da Sofia e do Polegar, os dois se amam e ficam gerando um conflito desnecessário para eles, no qual brigam por nada, já que aqueles dos pratos de macumba que estavam aqui no morro foram apenas encomendas que vinheram para tirar nossa paz e nem estava mais no morro. Nós dois decidimos ajudar eles a ficarem juntos. Polegar fez a parte dele, enlouqueceu de ciúmes e arrastou ela para longe da praça. Eu continuei sentada bebendo, quando meu marido apareceu. Ele me segurou pela cintura. — Chega disso, Lavinia! Não fique bêbada — falou sorrindo. — Já ouviu dizer, que cu de bêbado não tem dono? — perguntei sorrindo. — Eu fico bêbada para ficar de graça — brinquei. — Esse ditado não se encaixa a você, pois o seu tem dono,

