■ Essa história contém lactofilia e atos que pode ser gatilho para algumas pessoas.
Elle Brown
Ouço o alarme tocando e levanto na força do ódio. Vou a xingar até a minha última geração, e me lamentando por não nascer em uma família rica.
Tomo banho e visto a farda do trabalho, desço para tomar café e vejo o meu pai.
Ele sorri para mim e eu devolvo o sorriso.
- bom dia, princesinha do papai. - ele diz e da um beijo na minha testa.
_ bom dia, pai. - digo e dou um beijo na bochecha dele.
Senhor Elias, um veinho s****o, mas que eu amo mais que tudo. Ele é o melhor pai do mundo, e eu não me imagino sem ele.
Esse veio é minha fortaleza e sem ele, não sei o que seria de mim.
- a sua mãe ligou. - ele diz e o meu sorriso morre na hora.
_ não fale que aquela mulher é minha mãe, ela nunca será! - digo em um rosnado.
- ela te chamou para jantar na casa dela. - ele fala.
_ para quê? Para me humilhar? - digo debochada - para dizer que a Kate é a filha que ela sempre quis ter : advogada, filha de um cara rico e principalmente, magra! - digo e reviro os olhos.
- ela não chega nem aos pés da minha filha - ele diz e sorri convencido. - agora chega de conversa e vamos para padaria. - ele diz e levanta e eu sigo ele.
O meu pai é dono de uma padaria, eu trabalho na mesma, já que eu quero muito ser confeiteira no futuro.
Sempre foi meu sonho desde pequena, eu amo doces!
°•°•°•°
Ta parecendo que estou dentro de um cuscuzeiro, de tão calor que tá.
- pode ir anotar os pedidos, eu atendo aqui. - diz Lucca e eu sorrio.
_ valeu, moço. - falo e pego o caderno de pedidos.
Lucca desde que entrou aqui se mostrou interessado em mim, mas eu nunca lhe dei atenção, e nem vou dar. O vejo apenas como amigo e nunca irei sentir nada por ele.
Ele sempre me convida para sair ou ir ao cinema, mas eu sempre arranjo uma desculpa.
_ p**a que me pariu. - xingo quando entra um cara gato para c*****o na padaria.
Os seus olhos grudam no meu e o vejo corar na mesma hora, fazendo com que eu corro também.
Ele se senta e eu vou até à mesa do mesmo para atender-lo
_ é... B-bom dia, senhor. - falo e me xingo mentalmente por gaguejar. Ele sorri e fala algo que eu não entendo.
-Che voce dolce, gattino- franzo o senho sem entender. ( Que voz doce, gatinha)
_ Bom... Aqui está o cardápio, quando escolher o que quer e só me chamar. - digo e quando eu ia sair vejo ele falar mais alguma coisa.
-Ti voglio perfetta Dea- ele diz a olhar nos meus olhos. - como se chama? - finalmente ele diz algo que eu entendo. Tava quase mandando ele ir se fuder, toda a hora falando outra língua. (Eu quero você, deusa perfeita)
_ Elle. - digo simples. - é... Já escolheu o seu pedido? - pergunto depois de alguns segundos, ele não para um minuto de me encarar.
- Quero uma rosquinha de chocolate e uma de maracujá, e dois achocolatados. - ele diz e eu anoto.
_ com licença, irei pegar o seu pedido. - digo e vou até à cozinha.
- quem é aquele homem?- diz Lucca com o rosto sério.
_ suponho que ele é um cliente, não é atoa que fez um pedido. - digo e depois de um tempo vou atende-lo.
- sente-se comigo, dea. - ele diz e eu n**o com a cabeça.
_ eu não posso, além de estar no horário de trabalho, eu nem lhe conheço. - digo.
- mais um motivo para sentar aqui, vamos nos conhecer. Olha, comprei uma rosquinha a mais. - ele diz e eu reviro os olhos. Porque essa m***a tinha que ser de maracujá? É a minha preferida!
Sento com ele, mas só pelo fato da padaria está com pouca pessoa. E o meu pai estar na cozinha, qualquer toque estranho eu berro mais alto que qualquer coisa.
-Perfetta - ele fala. - a propósito, o meu nome é Austin Williams. - franzo o senho.
_ irmão do Noah e do Justin?- pergunto e ele assente.
- sim, como sabe? - ele pergunta
_ bom... Eu sou amiga da Alice, melhor amiga. - digo e sorrio.
- ótimo, vai ser mais fácil quando começamos a namorar. - ele diz e eu arregalo os olhos.
_ como é que é? - digo
- nada, dea. Vou ser sincero com você. Estou realmente impressionado com a sua beleza, não sabia que uma pessoa poderia ser tão perfetta. - ele fala e acaricia o meu rosto. -
_ bom... Eu tenho que voltar para o trabalho ou o meu pai me mata! - digo e levanto.
- espera! Antes me passa o seu número, dea. Por favor! - ele pede e eu não vejo m*l nenhum, é cunhado da Alice né...
Enfim, passei o meu número para ele e voltei para o trabalho.
Espero que gostem.