Nathan Keen Eu tenho 32 anos e, ao invés de buscar apenas prazeres superficiais, agora ansiava por algo mais profundo. Valentina me desafiava a ver o amor de uma nova forma, e, apesar das dificuldades que enfrentávamos, eu estava começando a entender o que significava realmente estar com alguém. O desejo por uma conexão verdadeira superava a mera atração física, e essa transformação me deixava vulnerável, mas ao mesmo tempo mais feliz. É uma sensação maravilhosa querer estar ao lado de uma mulher e, pela primeira vez, me vejo contemplando alguém de uma maneira que nunca experimentei. Olho para Valentina, adormecida no banco do passageiro após uma refeição generosa. A quantidade de comida que ela consegue devorar sempre me surpreende, e me lembro de quando ela brincou que talvez fosse

