Capítulo Dezenove - 3

618 Palavras

Parte 3... Me inclino no parapeito e fico olhando enquanto ele dá um pulinho para fugir de um carro que passa apressado e sobre na calçada bem embaixo. Engulo seco duas vezes, meu coração dispara e minhas mãos tremem. Ele pega o celular. Olho para trás e vejo o meu celular em cima da mesa acender e vibrar. Jesus! Dei um pulo para trás e entrei antes que ele erguesse o rosto e me visse ali. Como? Como ele estaria ali embaixo? Que doidera era essa? Eu vou embora, vou voltar para casa. Ando como uma doida pelo apartamento e o celular continua a vibrar. Só pode ser ele, não é coincidência. Mas como ele chegou até ali? E como tem meu número? Eu troquei depois que ele me ligou várias vezes e o passei apenas para poucas pessoas. Joana não teria lhe dado. Ou teria? Meu coração disparou

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