Capo entrou na casa dos fundos com passos pesados, a raiva pulsando em seu peito. Encontrou Guto sentado na beirada da cama, os olhos vermelhos e inchados, ainda cheirando a álcool. O homem m*l parecia ter recuperado a sobriedade da noite anterior, mas sorriu ao ver Capo, como se tivesse alguma vantagem sobre ele. Capo fechou a porta com força, a expressão dura e impassível. — O que você quer comigo? — Capo perguntou, sem paciência para rodeios. Guto levantou o olhar, ainda com aquele sorriso irritante no rosto. — Quero minha irmã de volta — disse ele, como se fosse algo simples. — Eu tenho o dinheiro da dívida agora. Vou pagar tudo. Capo não pôde evitar rir, uma risada amarga e descrente. — Como um desgraçado como você arrumou tanto dinheiro em tão pouco tempo? — perguntou, a voz car

