Ponto de vista de terceira pessoa A cidade de Brasília se estendia diante dela, silenciosa, mas com uma tensão no ar que poderia ser cortada com uma lâmina afiada. A noite estava quente, as luzes da cidade brilhavam como estrelas refletindo as emoções de quem estava prestes a desafiar o limite da velocidade. Aurora ajustou as luvas, respirando fundo. A moto que ela estava pilotando não era sua, mas o contato que fizera aqui, durante sua estadia, havia garantido a ela uma máquina personalizada — uma máquina que rosnava como um animal feroz pronto para a caça. A moto tinha um motor modificado, suspensão turbinada, e uma pintura preta fosca com detalhes em vermelho brilhante, como sangue fresco. O desafio era simples: uma corrida contra oito corredores pelas ruas sinuosas de Brasília. Os

