Ponto de vista de Kira Eu a vi. Vi tudo. Tudo que ela carregou sozinha. Aurora… é minha irmã. E eu morri. Aquela menina — Amanda — morreu. E, por um instante, eu desejei que tivesse sido definitivo. Porque descobrir que fui ela me enoja. Doente, frágil, vulnerável. Um corpo quebrado. Uma existência lastimável. E saber que alguém como Alessandro a amava, não a mim, mas à ela. Aquela versão moribunda. Aquela sombra de gente. Ela era a escolhida. Não eu. Não Kira. Não essa força que rasgou a morte e voltou com os olhos abertos. E ainda assim, ele me considerou apenas uma propriedade da BioCom, uma arma, algo útil. Mas como se Amanda fosse a jóia que se perdeu. Como se o amor dele tivesse morrido com ela. Isso queima. Corrói. E então vejo Aurora — e tudo que ela escondeu. As

