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1024 Palavras
Alejandro narrando Foi questão de algumas horas para descobrir onde Yolanda tinha ido, do nada ela resolveu ir visitar a casa dos pais, alguma coisa tinha acontecido e alguém tinha entrado em contato com ela porque não era possível, não era possível que ela do nada resolveu deslanchar para lá, eu tinha conseguido o rastreador do táxi que levou ela para lá e foi muito rápido para conseguir descobrir, eu chegaria alguns minutos depois dela. Eu estaciono o carro na frente da casa e os outros dois carros também. — Juan FAZ A segurança para todo lado – eu falo – vai que isso seja uma emboscada. — Pode deixar – ele fala. Eu entro dentro da casa e quando eu entro, eu vejo Yolanda descendo as escadas, ela me encara e eu encaro ela. — Porque você veio para cá sem me avisar? – eu pergunto a ela. — Você não me deixava vir, então eu resolvi vir sozinha. — Do nada? – eu questiono tentando me manter o mais calmo possível. – grávida de 34 semanas podendo ganhar essa criança aqui nesse meio do nada sozinha. — Eu queria ver minha mãe – ela fala nervosa – eu queria ver ela, abraçar ela, contar a ela que eu estava grávida. — E você conseguiu? — Não – ela responde e eu a encaro – ela não está aqui, nem ela e nem pai. Mas, a minha irmã sim. — Sua irmã? – eu pergunto — Minha irmã está aqui – eu olho para ela — Foi ela que te ligou para vir para cá? — Não – ela responde — Não fui eu – Virginia fala descendo com um bebê em seus braços e eu encaro ela – eu vim para cá fugir de você e dos seus homens, depois que Kaio morreu e eu fiquei sozinha com o meu filho, já que o pai morreu em um acidente que foi suspeito. — Não foi você né Alejandro?- Yolanda pergunta — Não. – eu respondo – porque você veio para cá Yolanda? - eu pergunto olhando nos olhos dela e ela me encara. Yolanda mesmo que quisesse não conseguia mentir para mim, ela me encara colocando a mão sobre a barriga e eu respiro fundo. — Eu recebi uma mensagem que meus pais – ela respira fundo e engole seco – estava mortos e que você estava me enganando, eu fiquei nervosa – ela limpa uma lagrima – e não pensei duas vezes em vir para cá – Virginia se aproxima da irmã. — Mas eu disse a ela que eles estão bem – ela fala me encarando por trás da irmã me encarando séria – que eu falei com nossa mãe rapidamente, que ela me disse para vir para cá, eles estão viajando usando o dinheiro que ganharam do casamento para desfrutar o mundo e novos negócios e que em breve retornaria para cá e iriam principalmente procurar Yolanda. — Eu sempre te disse isso Yolanda – eu respondo – sua irmã apenas confirmou tudo que eu sempre te falei. — Eu fiquei nervosa, acho que o final da gestação me deixou nervosa. A possibilidade de pensar que os meus pais estavam mortos — Quem enviou as mensagens Yolanda?- eu pergunto — Eu não sei – ela fala andando até a bolsa e ligando o celular – eu não sei mexer nisso. – eu pego o celular e vejo que era um número desconhecido e impossível de rastrear. — Vocês são importantes para sociedade do MÉXICO – Juan Fala se aproximando – deve ser alguém querendo colocar medo ou que queria te tirar do México. — Pode ser – eu falo encarando ela e a Virginia. Aquela criança começa a chorar nos braços de Virginia e ela se senta no sofá para amamentar, Yolanda se aproxima de mim, pegando na minha mão e me leva para outro lugar. — Você fugiu – eu falo para ela. — Espero que você me entenda, eu só queria ver minha mãe – eu vejo o quanto Yolanda está emotiva. – Queria abraçar ela, eu me sinto sozinha Alejandro. — Não faça mais isso, eu poderia ter te trazido. — Mentira, você não iria fazer isso. — Porque não? – eu pergunto — Por que não, você nunca me trouxe todo esse tempo, daria milhões de desculpas. Mas, foi bom eu encontrei a minha irmã, meu sobrinho que é lindo, o nome dele é Kaio, o mesmo nome do pai – eu a encaro e me aproximo dela abraçando ela. — Ok, agora vamos voltar, ok? — Agora, está tarde. – ela me olha — Ficamos em algum lugar no caminho e outra o jatinho está preparado – eu falo saindo da sala e ela vem atrás de mim – estamos de saída né Yolanda? – eu olho para ela. — Minha irmã vai comigo. — Não – Virginia fala se levantando — Sim – ela responde — Como? – eu pergunto — Eu não vou deixar minha irmã sozinha aqui no meio do nada com uma criança pequena e com medo que você a mate – ela me olha – eu só vou se a Virginia for comigo. — Yolanda – ela me olha – por favor, vai com seu marido, vamos nos falar todos os dias e Alejandro não iria me matar sabendo que você sabe que estou viva. — Eu quero você comigo, é a única coisa que eu peço, estou para ganhar o bebê, estou me sentindo sozinha dentro daquela casa, nvou conseguir ficar bem sabendo que você está aqui sozinha – ela olha – por favor, a nossa casa é enorme e tem lugar para ela e para o bebê e tirando que ela pode ficar em um dos apartamentos depois se ela preferir assim, mas eu quero ela perto de mim. — Por favor vamos embora – eu olho para ela. — Eu não vou sem ela – Yolanda bate pé e eu encaro Virginia que me encara – eu estou pedindo, é a única que eu estou pedindo, eu quero a minha irmã comigo e meu sobrinho também.
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