CAPITULO CENTO E TRINTA E DOIS

1876 Palavras

O Duque de Mayt estava sentado, curvado diante do tubo de vidro. Seus olhos pareciam cravados no corpo adormecido em seu interior. Por um instante, Nefertiti duvidou que ele ainda estivesse vivo. Mas então a cabeça dele se virou devagar. Ela quase gritou. O rosto… não era mais humano. Sem pele, apenas ossos afiados moldando maçãs do rosto finas. Os olhos, rubros, pulsavam como poços de sangue. Repugnante. A voz saiu dele depois de um longo silêncio, áspera como ferro sendo raspado: — Como você chegou aqui? Estou até tendo alucinações agora… Maldito bruxo. Era como se falasse consigo mesmo, e não com ela. — …Onde está a minha mãe? — a voz de Nefertiti tremeu. O olhar do Duque se arregalou, pela primeira vez mostrando surpresa. — Onde você colocou minha mãe, seu desgraçado! — Nefertit

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