CAPITULO CENTO E VINTE TRÊS

705 Palavras

— Eu também tenho um olho para certas coisas — disse o médico, observando-o com atenção. Nos últimos dias, desde que Zephyr começara a se aproximar mais da Imperatriz, os atendimentos médicos haviam se tornado frequentes. Era impossível não notar — nem Dunya, nem Lupe poderiam ignorar os olhares e silêncios que surgiam entre eles. — Ao contrário da Duquesa Dunya e do chefe, não sou ignorante nesse campo — continuou o médico, com um meio sorriso. — Está falando bobagens. O que quer dizer? Que não existe ninguém que não se possa amar? — Muito pelo contrário. Existem, sim, pessoas que jamais deveriam ser amadas. O amor falso destrói nações... e, às vezes, mata pessoas. É preciso admitir isso para si mesmo. Zephyr silenciou. — E o que fará se capturar a Imperatriz? — o médico insistiu.

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