Capítulo 36

770 Palavras

O tecido da calcinha cedeu sob os dedos dele, sendo puxado para o lado com uma lentidão torturante. O ar frio da biblioteca tocou a pele úmida de Débora por um segundo, antes de ser substituído por um calor avassalador. A boca dele a encontrou. Não houve carinho, nem a hesitação cuidadosa da primeira vez na varanda. Desta vez, Leo foi faminto. Sua língua traçou o comprimento da sua f***a com uma pressão firme e experiente, encontrando seu c******s e circulando-o com uma voracidade que a fez arfar. Débora agarrou as laterais da escada, os nós dos dedos ficando brancos. A madeira rangeu sob seu aperto. Ela sabia que deveria mandá-lo parar. Sua mãe estava no andar de cima, dormindo um sono induzido, enquanto o namorado dela devorava a filha entre as estantes dos livros clássicos. Era

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