A tensão estava no ar, palpável, como uma corda prestes a arrebentar. O silêncio que se seguiu ao nosso confronto estava carregado de eletricidade. Ninguém ousava se mover, nem mesmo os homens que me seguiam, que estavam acostumados a lidar com a violência a cada passo, estavam desconfortáveis com a presença de Giovanna. Eu levantei uma mão e, sem olhar para os homens, fiz um gesto imperceptível. Gustavo entendeu o que eu queria antes mesmo de eu falar. Ele se aproximou, os outros vapores se preparando para sair, sentindo o peso do comando. Rafael (frio, imperativo): "Vão embora. Agora." Os homens hesitaram por um momento, trocando olhares, mas não havia espaço para discussões. Quando eu falava, as ordens eram seguidas. Não importava quem estivesse ali, quem fosse, a ordem era sempre a

