Giovanna Subi as escadas com passos firmes, o sangue fervendo nas veias. Aquele maldito Predador sabia exatamente como me tirar do eixo, e pior: ele gostava disso. Fechei a porta do quarto com um movimento brusco e soltei um suspiro irritado, passando as mãos pelo cabelo. Giovanna: — Cazzo! (p***a!) Meu reflexo no espelho mostrava o rosto quente, os lábios entreabertos, e eu odiava admitir que ele tinha conseguido. Rafael me provocava até o limite, e eu caía na merda do jogo dele. Giovanna: — Maledetto bastardo! (Maldito bastardo!) Andei pelo quarto como um animal enjaulado, tentando ignorar o arrepio que ainda percorria minha pele. O jeito que ele se aproximou, o tom rouco da voz, a maldita confiança de quem sabia exatamente o efeito que tinha sobre mim. Respirei fundo, mas a imagem

