Por debaixo de sua expressão fria, Izilda estava tremendo de medo. Ela sabia muito bem do que Coringa era capaz; ninguém que morava no morro duvidava das crueldades que ele podia realizar. Em sua mente, Izilda nunca imaginou que aquela pessoa fosse tão longe para se livrar dela, que usaria Coringa para acabar com sua vida. Ao ser empurrada para dentro da sala do pavor, Izilda soltou um grito abafado ao notar o lugar. A sala era escura, com o cheiro pungente de sangue podre impregnando o ar. Pedaços de corpos humanos estavam estrategicamente espalhados pelo chão, criando um cenário digno de um pesadelo. As paredes estavam manchadas de sangue seco, e instrumentos de tortura pendiam de ganchos enferrujados, adicionando um toque macabro ao ambiente. Tudo parecia desenhado para quebrar a sanid

