Thaís estava exausta. A viagem de mudança fora longa e estressante, e ela m*l podia acreditar que finalmente havia chegado ao seu destino. O caminhão de mudança parou diante da pequena casa na Rocinha, que ela conhecia apenas por fotos. Com uma cópia das chaves em mãos, lembrava-se de quando se encontrou com Maria em Resende para assinar os papéis de compra e registrar a propriedade. Naquela ocasião, Maria havia entregue as chaves a ela, que rapidamente fez cópias e pediu para que Maria as entregasse a Claudinho, seu irmão. Ao descer do caminhão, Thaís sentiu um aperto no coração. A visão da casa a encheu de horror. As paredes estavam completamente pichadas com a palavra "e********r" em letras garrafais e grotescas. A sujeira acumulada na pequena área da frente deixava claro que Claudinho

