Todos já haviam conseguido carona. A noite estava se encaminhando para o fim, mas a tensão, essa parecia intensificar a cada segundo. As risadas do grupo ainda ecoavam na rua, mas eu só conseguia ouvir a batida acelerada do meu coração, e meu corpo, ainda repleto da eletricidade que Noah me causou, estava em chamas. Eu já estava indo em direção ao carro do casal que me ofereceu a carona, quando senti uma mão firme e possessiva agarrando meu braço. Antes que pudesse reagir, uma voz profunda e familiar falou perto de meu ouvido, fazendo com que meu corpo todo se arrepiassse: "Você vai comigo." Era Noah. Seu tom era imperativo, mas havia uma força que eu não conseguia negar. Ele não estava me pedindo, estava me ordenando. Era algo na forma como ele falava, na maneira como seu toque me fazi

