Em Salvador..
Alguns dias depois...
- Senhor, muito obrigado por me receber em sua casa - Rafael abraçou o pai de Daniel, ele e Daniel estava de partida definitiva para o Rio de Janeiro
- Que isso meu jovem, quando quiser estamos aí
- tchau doutor Guilherme - Daniel disse irônico ao se despedir do seu pai
- tchau senhor Rodrigues e juízo hein, eu ainda sou muito novo para ser vovô
- pode deixar - sorrio e afastou-se entrando logo em seguida em um táxi que estava a sua espera. Rafael já estava lá dentro o esperando
- vamos viado
- É meu parceiro, Rio de Janeiro nós aguarda
- m*l vejo a hora de ver minha família feliz - sorrio falsamente.
No outro dia...
- Natacha, o que eu faço para o almoço?
- Eu não sei Ju
- O que o filho do Luke gosta de comer?
- Não sei
- Nossa que bela madrasta é você, hein
- Hahahaha engraçadinha - revirou os olhos
- Você perguntou para Luke do que o filho dele gosta de comer?
- Perguntei
- E o que ele respondeu?
- Faça me o favor né Natacha, eu tenho mais o que fazer do que saber dos gostos do meu filho - Natacha disse em uma tentativa falha de imitar a voz de Luke
- Que belo pai ele é - revirou os olhos
- Ô. Mas na verdade ele não tem muita culpa disso, o filho dele se afastou mais ainda depois da morte da mãe
- Mas se o Luke quisesse, ele teria mantido o filho por perto
- Segundo o Luke, o Rafael tem um temperamento muito forte e quando duas pessoas de temperamento forte se juntam, boa coisa não sai dali
- Não sei, só acho que ele poderia ter compreendido mais o filho
- Eu não sei o que aconteceu, só sei que eles não tinha um bom relacionamento nem quando a Rosa estava viva e com a morte dela tudo só fez piorar
- Mas o Luke não colocou o filho para estudar fora, quando ele ainda era uma criança
- Acho que foi, mas por que?
- Nada... Mas o que faço para o almoço?
- Sei lá Ju, eu nem sei a horas que esse garoto vai chegar, faça qualquer coisa
- Sim senhorita.