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1441 Palavras

A cidade parecia adormecida sob o sol da manhã, mas para Angelina, cada canto escondia um suspiro do passado, cada sombra guardava memórias de horrores antigos. O vento soprava frio, carregando folhas secas pelas ruas estreitas, e mesmo durante o dia, a sensação de vigilância persistia. Não era apenas paranoia — a cidade inteira estava impregnada da energia ancestral que ela havia começado a compreender, e que o culto ainda tentava manipular. Miller caminhava ao lado de Angelina, tentando manter a compostura, mas os olhos nunca paravam de percorrer os arredores. A noite anterior ainda estava viva em suas mentes: as sombras contorcendo-se, o vento uivando, a força de Angelina repelindo a entidade que ameaçava a cidade. Era como se a própria cidade estivesse respirando com elas, em alerta c

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