A cidade acordava lentamente, mas o silêncio que dominava o centro era diferente. Não era o silêncio habitual da madrugada; havia algo pesado pairando no ar, como se cada prédio, cada rua, cada esquina estivesse observando, respirando, e esperando. Angelina e Miller atravessavam as ruas estreitas, ainda suadas e tremendo pela batalha na floresta. O sol da manhã iluminava a cidade, mas não conseguia dissipar a sensação de ameaça que parecia se infiltrar por cada f***a. — Não consigo acreditar que conseguimos — disse Miller, tentando puxar o ar para os pulmões com normalidade, mas falhando. — Mas… sinto que algo ainda está errado. Angelina apertou a mão da amiga. — Eu também… o círculo foi destruído, o culto disperso, mas o que estava sendo selado por tantos séculos não é algo simples. — E

