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1166 Palavras

A madrugada estava silenciosa. Depois de destruírem o símbolo no jardim, Angelina e Miller entraram na casa exaustas. O corpo de Angelina parecia pesado como pedra, como se cada gota de energia usada naquela noite tivesse sido arrancada de dentro dela. Miller fechou todas as portas e janelas. — Só por precaução — murmurou. Angelina assentiu. Mesmo sabendo que portas e janelas não impediam aquilo que estavam enfrentando. As duas foram para a cozinha. Miller colocou água para ferver enquanto Angelina se sentava à mesa com o olhar perdido. O sussurro subterrâneo ainda ecoava na mente dela. Aquelas vozes. Aquela sensação. Algo enorme existia sob a cidade. Algo antigo. — Você deveria dormir — disse Miller, colocando uma caneca diante dela. Angelina segurou o chá quente entre as mão

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