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3017 Palavras

Fernanda Não demora Sorriso chega e para enfrente a casa e meu coração fica eufórico, imaginando o que pode acontecer assim que eu entrar. Apoio minha mão em seu ombro e desço com cuidado, olhando os outros meninos me olhando com seriedade, e me cumprimentam com a cabeça. Abro o portão e subo os degraus, apoiando minha mão na parede áspera, até chegar na porta da sala e respirar fundo, segurando a maçaneta e abro. Meu coração acelera mais, fazendo minha boca saliva, meu peito infla prendendo o ar e entro na sala. Seu o cheiro do seu baseado é a primeira coisa que invade meu nariz olhando ele sentado no sofá, usando calça jeans escura, camisa preta e boné da Dior da mesma cor. Me observando com aqueles olhos apertadinhos frios enquanto fuma seu cigarro. Fecho a porta e seus olhos percorrem

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