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2619 Palavras

Fernanda Saio do restaurante com um nó na garganta, pego meu celular e ligo pro único que talvez possa me dizer a verdade. Entro no beco com menos movimento e espero ele chegar com sua moto e me olhar com preocupação, parando na minha frente Bruno — O que cê tem? Ta chorando?_ Pergunta com o cenho franzido, respiro fundo tendo que manter o controle e não permitir que mais lágrimas teimosas escorram — Por favor, não mente pra mim! A Carol está com seu irmão?_ Falo de uma vez, sentindo minha garganta entalada, com as minhas mãos na cintura, impaciente olhando seu rosto suspirar pesado Bruno — Pô cunhada. Ai tu me fode mano! _ diz passando a mão e coça o topo da cabeça pensativo e eu me encosto na parede sentindo o baque da verdade — Coé cunhada, chora não mano! Não dá pra ter certeza s

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