Marina narrando*
E lá estava eu, saindo de um plantão, estava com vontade de um mc ai decidi descer pra pista pra comprar a pé mesmo, eu estava caminhando na calçada a poucos metros do hospital quando vejo um carro desgovernado bater em um poste, corri em desespero chegando perto vi uma mulher bem ensanguentada caida pro lado no banco, medi os sinais vitais e ela estava viva, com a pulsação fraca mais ainda sim estava viva, pedi para os curioso pedirem ajuda e não demorou muito apareceu a ambulância.
- ela está com os sinais vitais fracos, apresenta contusão na cabeça e escoriações no rosto, braços e abdômen. Compatíveis com agressão.- depois de um tempo trabalhando em hospital na entrada do morro, infelizmente é fácil de decifrar quando uma mulher foi espancada. Seguimos em direção do hospital e depois de realizar os primeiros socorros e realizar os exames, fui conferir se tinham conseguido informações sobre a paciente, eu tinha a impressão que conhecia essa mulher e eu nunca me enquanto quanto as minhas impressões.
- Boa noite Lívia, você sabe se ja conseguiram alguma informação sobre a paciente do acidente de carro?
- Boa noite Dra. Marina, o pessoal do reboque trouxe a bolsa dela e uma mala que estava dentro do carro, peguei os documentos e o nome dela é Emília Giordanno, tem 26 anos e mora no bairro humaitá, temos um número para contato de emergência mas não está atendendo.
- ai meu Deus, não acredito é a Mili, como eu não reconheci, se bem que no estado dela não ia reconhecer mesmo, ahh Lívia desculpa me distrai, ela é uma amiga de infância pode deixar que eu entro em contato com o pai dela.
- ok dra. se precisar de mim estarei aqui
- obrigado Lívia e boa noite
Sai dali quase que correndo pro quarto onde ela tá, não acredito que é ela e nessa situação o que será que aconteceu preciso ligar pro pai dela, mas antes vou ligar pro Matheus, fui ligando do corredor mesmo e chama, chama e ele não atende, deve ta com alguma p*****a, guardei o telefone no bolso e abri a porta do quarto.