Andrew Lancaster Ela está tão leve nos meus braços que parece que o mundo inteiro se esvazia de som. — Clara, fala comigo… por favor, fala comigo. Ei! — Eu tento várias vezes. Mas ela não responde. A pele dela está fria, o rosto pálido, os lábios quase sem cor. Eu a seguro firme contra o peitö enquanto caminho apressado para fora do restaurante. O garçom que nos atendeu mais cedo me ajuda a abrir caminho, e eu mäl consigo pensar em mais nada além de tirar ela daqui. Só consigo pensar em como, há minutos, ela sorria. Ela ria. Ela segurava minha mão e falava sobre o pôr do sol. E agora… agora ela parece sem vida. O garçom me ajuda a colocá-la com cuidado no banco do passageiro. Eu corro para o lado do motorista e ligo o carro com as mãos tremendo. — Amor... consegue me ouvir? — Ela nã

