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1460 Palavras

uliana narrando Subimos até a casa em um silêncio absoluto. A única coisa que se ouvia era o som dos meus próprios passos e o barulho do motor do carro de Fael enquanto ele dirigia. Ele estava tão quieto que parecia até que o mundo lá fora não existia. Nem o rádio estava ligado, e a atmosfera era tensa, como se algo estivesse prestes a acontecer. Quando chegamos em casa, o silêncio ainda pairava no ar, e a tensão entre nós dois estava quase palpável. Eu pensei que iria subir direto para o meu quarto, tentar colocar algum espaço entre mim e aquela situação, mas Fael, sempre tão decidido, me parou na escada. – Espera. – Ele falou, sua voz grave, mas calma. – Nós vamos conversar agora. Eu parei e olhei para ele, sem saber o que esperar. No fundo, eu sabia que essa conversa era necessária,

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