Os sons de tiros nos arredores não paravam de soar. Dessa vez, fui realmente o anjo da morte em minha casa — algo que me causava certa melancolia, afinal, a vida do povo já não seria a mesma… e não era nada que eu gostava. Segui meu caminho na direção do mais próximo para não perder tempo. Não queria ir até o mais experiente, mas também não podia me dar o luxo de tê-lo abatido. O endereço era um apartamento, segundo andar. Bom para ele por poder fugir pela janela — a depender da idade; bom para mim por poder jogá-lo escada abaixo sem matar — claro, também dependeria de sua idade. Subi com cautela, usando o máximo de minha furtividade. Derrubei todos que desconfiei de serem seus guardas, a independer da cara que tinham. Cinco homens: dois nos corredores; três nas escadas. Usei o truq

