XXXVII. Reavendo uma Flor

990 Palavras

Pulando para o interior da casa, estávamos num quarto grande e simples — talvez um quarto de hóspedes. Tinha papel de parede claro, cama de casal e um armário vazio. Dava para saber do quanto estava empoeirado pela irritação no nariz que os lentos passos começaram a incitar. Paramos na porta e encostamos o ouvido para nos atentar aos ruídos no corredor. Nenhum dos passos parecia próximo, Magnos também atestou, apontando na direção do ruído. Gesticulei para seguirmos e ele assentiu. Com todo cuidado, abriu a porta. — Por favor! — Foi a fala de Mia que tocou meus nervos. Bastou uma fresta na porta para ela ser minimamente audível. O coração quase parou e suor frio correu imediatamente, quase me senti desesperado. — Cazzo! — murmurei, completamente arrepiado. Magnos pôs a mão em meu o

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