XIX. Mio Babbino Caro

1011 Palavras

Como já era esperado, não consegui dormir direito. Acordei muitas vezes, perturbado pela preocupação; pelos olhos de Mia; pela maldita culpa que me corroía… Ainda estava escuro quando levantei para me banhar e ir à sala. O uísque foi meu companheiro, me acompanhando enquanto fitei o escuro céu ser tomado pela rosada alvorada. — Nem vou tentar adivinhar. — Magnos disse, descendo as escadas e olhando para minha cara como se soubesse exatamente o que eu estava pensando. — Temo você acertar! — ri. Rindo, ele parou ao meu lado. — Seu pai falou do que levantou… está confortável em deixá-los correr tanto risco? — perguntou preocupado. — Confortável jamais ficarei, mas entendo precisar… não somente expô-los a tal risco, mas também compreender os passos que o inimigo daria em caso de falha —

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