CAPITULO QUINZE.

3890 Palavras
Três meses depois. Esses três meses que passou foi bem legal, os meus namorados fizeram as pazes com sua irmã mais nova, então nós duas não se separa mais. Ela se tornou uma amiga muito maravilhosa para mim, ela mora aqui na mansão, eu que pedi a ela para morar aqui com a gente. – No começo ela não quis para não incomodar, eu de tanto insistir a mesma aceitou mora com conosco. Ela começou ajudar os meninos na máfia também, uma coisa que eu odeie, mais também gostei, pedi para a mesma ficar de olho neles e nas putas que tentam se aproximar deles. – Os meus enjoos pararam, graças a Deus, as tonturas também parou, só que as vezes os cheiros que não me agradam fazem eu vomitar na hora, um dia o Tae veio me abraçar de repente, o seu perfume não me agradou de jeito nenhum, vomitei no mesmo. Foi tão engraçado a cara dele, que o mesmo nunca mais usou esse perfume. Também esses três meses, os bebês mexem tanto, mais tanto que fico até com medo de minha barriga abrir por isso. Quando um dos meninos colocam a mão na minha barriga, ai começa os chutes sem parar de jeito nenhum, vou falar algo a vocês, tenho medo de não ser uma boa mãe para os meus filhos. Da graça o Kook que não para de ler como ser um bom pai, o que deve fazer para ser um bom pai, daqui a pouco eu vou ler como ser uma boa mãe. – Tenho medo de matar meus filhos de fome, mais sabem, cada dia que eles crescem dentro de mim o amor que sinto por eles cada dia cresce. A tia deles não para de babar por eles, creio que ela vai mimar muito meus filhos e minha princesa, ela já até comprou vários brinquedos e roupas para meus filhos, acho que ela que é mãe deles e não eu. {...} Estava deitada na cama assistindo TV, já que eles nem querem que eu coloque o pé para fora da cama, minha barriga tá tão grande que amo passar a mão. Tava de boa assistindo '' Como eu era antes de você'', quando minha querida e maravilhosa cunhada entra gritando. - Mulher!!! Cheguei. – Olho para a mesma com uma cara nada boa. - Demônio, eu não estou surda não, mais acho que depois desse grito fiquei. - Deixa de drama que não grite tão alto assim. - Claro, sorte que a casa não tremeu pelo seu grito. – A mesma manda o dedo do meio para mim. - Enfie no seu cu. – Ela revira os olhos. - Meu cu ainda é virgem, não é o seu que é bem aberto não. - Sou bem comida pelo seus irmãos. – Ela faz cara de nojo fazendo eu rir. - Eu não precisava ouvir isso. - Mais ouviu. Agora o que tu quer? - Nossa, não posso vim passar a tarde com minha cunhada não? - Esses três meses fizeram eu te conhecer melhor Isabela, então é melhor dizer logo. – A mesma solta um suspiro. – É tão grave assim? - Nem te conto amiga. – Ela se senta ao meu lado. – Eu acho que me apaixonei. Dou um sorriso. - Isso não é bom? - Não quando você tem sete irmãos possessivos demais. – Aceno concordando. - Isso é verdade. Mais quem é o sortudo? – Ela da um sorriso que já conheço, apaixonada. - É o Jackson, só que tem mais um problema. – Ergo minha sombrancelha. - Qual? - Eu também me apaixonei pelo JB. – Arregalo os olhos. - Perai, que dizer que a senhorita estar apaixonada pelo os dois? - Sim. O que eu faço Lisa? - Diga a verdade, eu namoro com sete, dois nem é problema. - Sim é verdade, mais o problema é que não sei se eles sentem algo por mim também, não quero me machucar. – Ela abaixa a cabeça. - Isa, você é linda, se eu fosse lésbica eu lhe pegava. Com toda certeza eles podem estar gostando de você, quem não gostaria? - Não sei Lisa, se meus irmão souberem disso é capaz de matar os dois. – Aceno novamente concordando. - Isso é verdade. Eles m*l deixam homem se aproximar de mim, mais amiga você tem que lutar e falar com eles, mesmo eles não gostando, porque você tem que namorar um dia, claro né. - Eu sei amiga, mais me diz, você não tem medo deles? - Ter tenho, mais agora que estou gravida eles nem ouçam gritar comigo se não viro a baiana e dou uma voadora neles. – Ela rir. – Mais é sério amiga, fale com seus boys magia, se eles não sentem nada por você é porque ainda não chegou sua hora. – Ela da um sorriso. - Tem razão amiga, eu irei falar com os dois. – Dou um sorriso apoiando ela. - Falar com quem irmã? – Gelamos no lugar, nós duas olhamos para porta vendo o Yoon e Tae olhando para nós duas. – O que foi? O gato comeu a língua das duas? - Não é da sua conta Min, estamos conversando coisas de mulher então não enche nossa paciência. – Digo brava cruzando os braços. - Coisas de mulher, sabemos. – Reviro os olhos para o Tae. - Deixa de coisa homens, a gente nem pode ter mais privacidade nessa casa, que coisa vey. – Agora foi a vez deles revirarem os olhos. – Revirem de novo para ver o que vai acontecer. - Não queremos saber das suas ameaças, anjo. Queremos saber do que as senhoritas estavam conversando. - Eu já disse e repito, não é da conta de vocês o que a gente conversa ou deixou de conversar. – Eles me olham uma cara nada boa. – Nem adiante me olharem assim, porque não tem efeito comigo, agora saiam. Agora. - Depois continuamos. – Diz o Tae. - Já acabamos aqui, querido. Eles se retiram do quarto e a Isa me olha e depois bate palmas. - Menina eu te admiro mulher, você domou eles, parabéns. – Acabo gargalhando. - Depois quando eu tiver meus filhos, com toda certeza eles vão me punir por tudo. – Ela da um sorriso. - Punir é? - Sim querida, não queira ser punida pelo Tae, de jeito nenhum. - É tão r**m assim? - É r**m e bom ao mesmo tempo. - Sai para lá sadomasoquista. – Rio novamente. - Você não sabe o que tá perdendo, meu amor. - Credo. - Imagina se seus boys gostam disso também? De punir. - Não sei, nunca experimentei isso. - Então não julgue meu amor, é maravilhoso. - Tá. Vou sair agora, irei falar com eles. - Boa sorte amiga, depois quero saber de tudo, tudo mesmo. - Pode deixar. Ela me da um beijo na testa e se retirado quarto me deixando novamente sozinha. Volto o filme já que perdi a maioria da parte, deixo onde tava e volto assistir esse filme maravilhoso. Horas mais tarde. Abro os olhos de repente que nem tinha percebido que dormir no meio do filme, sinto uma grande dor no meio das minhas perna, olho e arregalo os olhos vendo que a bolsa tinha estourado, gemo de dor com as contrações que veio muito forte fazendo eu soltar um grito alto. – Nem deu dois minutos e a porta é aberta pelo Jimin. - Anjo. – Ele arregala os olhos quando ver minha situação. - J-Jimin v-vai nascer...Ahhhh. – Gemo de dor. – Jimin! Grito para o mesmo que sai do choque e vem correndo até mim, ele me pega com cuidado e sai correndo comigo pelos corredores. No caminho vemos o Jin saindo do seu quarto. - Jin os bebês vão nascer! – Grita o Jimin desesperado, solto um grito de dor. - p**a merda, Namjoon!!! Meninos!!!!!!! – Logo os meninos aparecem com cara de preocupação. - O qu.... – A voz morre do Nam quando ver minha situação. – Vamos para o hospital!! O Jimin desce com cuidado comigo e vai me levando para a van, ele me coloca sentada com cuidado e todos entram me olhando com bastante preocupação. - Anjo, respira, vamos chegar no hospital. – Tento respirar mais a dor é muito grande. - Ahhh..Dói muito, p**a merda. – Gemo mais ainda de dor. - Calma, anjo, estamos chegando. – Diz o Hope tentando fazer eu ficar calma. - Acelera isso ai Mark!! – Grita o Yoongi. - Estou acelerando senhor. – Diz o mesmo olhando para frente. - Ohhhhh p***a!!! - Respira anjo, respira. O carro para na frente do hospital, o Jimin abre a porta e me pega novamente no colo e vai correndo para dentro gritando, chamando alguém. - Per favore, mia moglie sta avendo il bambino.( Por favor minha mulher tá tendo o bebê.) Logo vem o medico com uma maca com os enfermeiro, o Jimin me coloca e vão me levando. - Ahhhhhh!! - Calma querida. – Diz o medico em inglês. Entramos na sala de cirurgia já que minha gravidez é de risco, não podia ter parto normal e sim serraria. - M-Meus filhos... Ahhhhh c*****o!!! – Grito mais alto pela dor que veio, é pior que cólica. - Vamos fazer a serraria. Eles me dão anestesia e logo o efeito começa, eles fazem a serraria, eu sentia como se fosse um beliscão, fecho os olhos pela dor das contrações, logo escuto um choro. - Oh meu Deus. – Falo emocionada. - É um belo rapaz. – Ele entrega a enfermeira e logo vem outro choro e por ai vai. Quando vejo os meus cinco filhos dou um sorriso e acabo desmaiando. {....} Abro os meus olhos vendo o teto branco, no começo fico me perguntando o que eu estou fazendo no hospital, mais logo vem as lembranças fazendo eu tentar me levantar rápido, acabo gemendo de dor. - Eii calma. – Olho para a pessoa vendo o Hope. - Meus filhos, Hope, onde estão? Estão bem? – Ele da um sorriso. - Sim meu amor, eles estão bem, estão saudáveis mesmo nascendo antes da hora. – Ele começa a chorar. – M-Muito obrigado por fazer a gente pai. – Ele beija minha mão. - Obrigado vocês por tudo. – Levo minha mão a sua face. – Eu amo você Hope, amo todos vocês. - Eu também rainha. - Quero vê-los Hope. - Irei avisar que você acordou. – Ele beija minha testa e sai. Fico alguns minutos olhando para o teto quando a porta é aberta pelo meus sete homens, segurando meus filhos em seus braços. - Oh meu Deus. – Minhas lagrimas começam a descer de tão feliz que eu estava. – São tão lindos. - Sim, amor, são mesmo. – Diz o Jin me entregado um meu filho. – Como será seus nomes amor? - Eu escolho da minha princesa e vocês escolhem dos meus príncipes. Eles dão um sorriso tão grande. - Então como será o nome da nossa princesa? – Pergunta o Jungkook segurando meu outro filho. - Eu pensei em colocar Kim Ayumi. – Eles me olham dando um sorriso. - É linda, amor. - Agora escolham os nomes dos nossos príncipes. – Dou peito a minha princesa enquanto os meninos pensam em um nome. -Que tal esse rapaz aqui que foi o primeiro a nascer se chamar, Kim Asami? – Pergunta o Nam. - Eu amei. – Digo sinceramente. - Minha vez. – O Yoong diz todo eufórico. – Que tal esse rapaz aqui que foi o segundo, se chamar Min Haruki? - Eu amei. – Ele da um sorriso fazendo eu retribuir. - Minha vez. – O Kook fala todo feliz. – Eu tava pensando em um nome americano. - Qual? – Falamos todos juntos. - Isaac ou Scott. Eu não sei, adorei esses dois nomes. – Eu também. - Podemos colocar nesses dois, um Isaac e outro Scott. – Diz o Jin. - Sério? – Questiona o Kook sem acreditar. - Claro irmão, porque não. - Como será então? – Pergunto e eles se olham. Isacc Price e Scott Price. – Meus olhos se enchem de água. - Sério? Meu sobrenome? – Questiono sem acreditar. - Claro, anjo. Podemos casar mais não vamos mudar se sobre nome, será a senhora Kim Elisabeth Price. Não vamos mudar. – Já estava chorando rios aqui. - Amo vocês. - Também amamos você ou melhor vocês. – Dou um sorriso. {...} Eu tinha alimentado meus cinco filhos, a Isa veio junto com a Rosa ver meus bebês, elas ficaram tão feliz com essa crianças ao mundo, eu também estou. Não posso ir ainda para casa, tenho que passar esse noite aqui para amanhã estar liberada, eu não estou conseguindo dormir de tanta ansiedade para ir embora daqui com meus filhos. – Meus anjos, Ayumi, Asumi, Haruki, Isaac e Scott, meus bebês que nunca vou deixar nada acontecer com eles, nada. Com esse pensamento acabo dormindo. (.........x........) 10:00 - Finalmente em casa. - Falo quando entro dentro da mansão. - Quanto drama, nem passou dois dias. - Reviro os olhos para minha cunhada. - Caguei para você, sua chata. - Dou língua para a mesma. - Criança. - Falando em criança. Olho para meus homens que estão com nossos filhos em seus braços, no caminho todos eles ficaram no colo dos seus pais, alguns trocava mais de jeito nenhum eles largavam nossos filhos, isso me deixa muito feliz. - Coitada da nossa filha, que com toda certeza m*l vão deixar ela namorar. - Vamos colocar eles em seus berços. - Digo pegando nosso Min Haruki no braço, indo para o andar de cima com meus homens atrás me seguindo. Entrando do quarto dos meus filhos vendo os berços juntos. Entrando do quarto dos meus filhos vendo os berços juntos - Coloquem eles com cuidado para não acordarem. - Digo em um sussurro, eles acenam. Coloco com bastante cuidado o Haru no berço, logo vejo meus homens colocando nossos outros filhos também em seus berços. Minha cunhada tava com o celular na mão olhando para nós com um sorriso, essa doida tá gravando, ela me olha e faz shh com o dedo, n**o dando um sorriso. - Estou bastante feliz, com toda certeza eles vão ser pais muito babão. - Saímos do quarto com cuidado para não acordar eles, estou levando na mão o baba eletrônica quando eles chorarem eu já saber. - Irei tomar um banho, preciso muito de um demorado banho. - Tudo bem, rainha, nós também. - Dou um sorriso e dou um selinho em cada um deles. Entro em meu quarto, vou caminhando para o banheiro, retiro minha roupa e vou indo para o box. Entro ligando o água deixando cair sobre meu corpo, começo a me lavar, lavo todo meu corpo, lavo também meus cabelos deixando-os mais leve. Faço depilação nas minhas pernas e na minha v****a, fico praticamente uma hora no banheiro ou mais quem sabe. - Saiu do banheiro me sentindo mais leve, vou indo no closet pegando uma roupa simples e confortável para ficar em casa, quero só relaxar e mimar meus bebês. - Saiu do banheiro me sentindo mais leve, vou indo no closet pegando uma roupa simples e confortável para ficar em casa, quero só relaxar e mimar meus bebês Antes de sair do quarto pego novamente o baba eletrônico indo para o andar de baixo, vejo a Rosa preparando o almoço. - Bom dia Rosinha. - A mesma da um pulo fazendo eu segurar a risada. - Meu Deus menina. - Ela corre me abraçando. - Pensei que só vinha amanhã. Nem vi nenhum dos senhores. - Devem estar tomando banho ou babando nos filhos dormindo. - Rimos. - Depois eu vou ver eles. - Aceno. - Estar com fome? - Muita, amamentar me deixou com muita fome. - Então se prepare que vou fazer um belo café da manhã bem reforçado para a senhorita. - Gloria, senti muita falta da sua comida. - Ela gargalha. - Então vai comer muito. - É hoje que saiu daqui uma bolinha. - E novamente rimos. Ficarmos conversando sobre coisas aleatória, rimos muito, quando a mesma coloca a comida na minha frente o cheiro entra pela minhas narinas fazendo eu gemer de aprovação. Começo a comer como se minha vida dependesse disso, tava muito bom, eu estava tão focada nessa maravilhosa comida que nem percebi meu Nam parando me olhando com os braços cruzados. - Eita que ela estar faminta. - Olho para o mesmo que estava com um sorriso no rosto. - Claro, amor. Os bebês sugam todo meu leite que deixam euzinha com fome. - Ele gargalha, já disse que amo essa risada? Pós estou dizendo agora, essas duas covinhas são tão lindas, meu Deus. - Ele gargalha, já disse que amo essa risada? Pós estou dizendo agora, essas duas covinhas são tão lindas, meu Deus - Não estou reclamando, rainha. - Ele se aproxima alisando minha bochecha fazendo eu fecha os olhos pelo seu carinho. - Ele se aproxima alisando minha bochecha fazendo eu fecha os olhos pelo seu carinho - Eu te amo, acho que nunca vou me cansar de dizer isso. - Seguro sua mão olhando em seus belos olhos preto que me tira o folego. - Nem eu, creio que nem meus irmãos também vão se cansar de dizer o quando amamos você. Iremos proteger você e nossos filhos. - Me levanto e o beijo, um beijo de tira o folego de nós dois. - Meu Deus, vão se comer lá em cima, quero ver meu irmão fodendo minha melhor amiga não, credo - Meu Deus, vão se comer lá em cima, quero ver meu irmão fodendo minha melhor amiga não, credo. - Separamos o beijo e olhamos para a Isa que fazia cara de nojo fazendo eu rir. - i****a. - O Nam segurava ainda minha cintura sem largar. - Que grude, daqui a pouco vai tá gravida de novo. - Mando dedo para a mesma a fazendo retribuir. - Vocês duas são doidas. - O Nam me solta rindo. - Eu e os meninos vamos na máfia resolver algumas coisas, qualquer coisa pode ligar. - Tudo bem, cuidado. - Dou um selinho rápido em seus lábios tentador. - Terei, anjo. {...} Quando meus homens saíram para resolver suas coisas na máfia, meus filhos acordam chorando bem alto, eu, Rosa e a louca da minha amiga Isa formos correndo para o quarto. Elas me ajudaram da banho neles, trocar as roupas, dei de mamar as cincos. - Quando eu dava de mamar a um a Rosa coloca o outro filho meu para arrotar, era a coisa mais linda, eu morri de rir quando a Isa foi colocar o Scott para arrotar, o mesmo gofou nela fazendo não só eu rir e sim a Rosa. Ela ficou p**a da vida, eu rir tanto mais tanto que minha barriga chegou a doer, ela deixava que a Rosa colocasse eles para arrotar agora, a bichinha ficou traumatizada. Depois te ter dando de mamar aos cincos, com ajuda das minhas duas amigas colocamos eles para dormir, deixamos eles em seus berços com cuidado para não acorda-lo, porque se acorda um, ele acorda os outros todos com seu choro. - Saímos do quarto como se estivéssemos roubando, foi bem engraçado. - Missão feita. - Fala a Isa. - Nunca mais pego o Scott. - Rio. - Amiga deixa de drama, é um bebê, todos podem gofar em qualquer pessoa, até em mim. - Eu sei amiga, mais é nojento. - Reviro os olhos pelo seu drama. - Tu é nojenta e nem por isso estou longe de você. - Ela faz cara de chocada. - Quanto deboche. - Diz indignada. - Vamos descer, deixa do teus drama, vaca. A Rosa só dava risada das nossas brigas sem sentido algum. Descemos as escadas dando risadas, a Rosa foi fazer o jantar enquanto nós duas formos para o sofá assistir alguma coisa. - Qual filme? - Pergunta olhando para TV. - Não sei, terror? - Claro, você acha que vou assistir romance? Quero terror, quero tomar susto essa p***a. - Diz fazendo eu rir. - Mais antes disso. - Ela me olha. - Você contou para eles? - Ela abaixa a cabeça. - Contei. - E? - Pergunto bastante curiosa. Ela solta um suspiro. - Eles disse que não querem se envolver com a irmã dos chefes. - Que absurdo é esse? - Pergunto indignada. - Isso deve ser medo, porque quem gosta ou amar luta, ver seus irmãos, quando descobrir que mentiram para mim quando tava com outra, lutaram por mim, me protegeram. Esses dois são covarde isso sim, liga não amiga, se não foi esses é porque lá na frente tem algo muito melhor para você. - Ela da um sorriso. - Obrigado amiga. - Estou aqui para tudo. - Ela me abraça. - Você é linda, vai conseguir conquistar vários corações ainda. - Assim espero. - Ela rir fazendo eu também rir. - Você vai, tenho certeza. - Ela acena. - Agora coloca ai Invocação do m*l 2. - É para já. A mesma coloca o filme e da o Play. Ficarmos assistindo enquanto a Rosa fazia o jantar, quando o filme acabou era 21:00 horas, formos comer nessa hora mesmo, meus filhos nem tinha acordado ainda, eu tinha ido ver que mesmo eles não chorando podem estar acordado, mais nenhum deles estavam. Eu estava preocupada com os meninos, eles nem mandaram mensagem e já estar tarde, já liguei três vezes para cada um deles e nada, se eles morrem eu mato eles por isso. Tava me arrumando para dormir depois de ter jantado, pego meu pijama e visto. Vou indo para cama deixando o baba eletrônico na mesinha para eu ouvir se os meus filhos chorarem. Me deito puxando a coberta cobrindo meu corpo todo, acabo adormecendo rapidamente. 03:20 da madrugada. Acordo com o choro dos meus bebes através do baba eletrônico, me retiro da cama indo para o quarto deles abrindo a porta. - Oh meu anjinhos, calma que a mamãe chegou. - Vou indo até o Isaac que chorava mais. - Oh meu bebê, o que foi? Tá com fome? Fez coco? - Olho sua fralda vendo que só fez xixi. Pego o mesmo e dou um banho na parte de baixo, coloco outra fralda e deito novamente no berço, ele me olhava com seus olhos vermelhinhos por ter chorado. - Faço isso com os outros, dou de mamar em cada um deles, eu amo tanto meus anjinhos. Começo a cantar uma música infantil com a voz suave, eles acabam dormindo, fico alguns minutos ainda no quarto e logo me retiro indo para a cozinha beber água. - Chegando na cozinha vou indo para geladeira pegando a jarra de água e pego um copo que despejo água no colo e começo a beber. - O que faz acordada a esse hora? - Cuspo água na hora pelo susto, que acabei me engasgando também. - Calma, anjo. - O Jimin bate de leve em minhas costas. - Calma? Você aparece do nada me assustando e ainda pede calma. - Suspiro. - Desculpa, amor. Não foi minha intenção de assusta-la. - Olho para ele de cima e baixo vendo o mesmo cheio de sangue. - Me diz que esse sangue não é de nenhum de vocês. - Não amor, não é. - Porque chegou agora? Cadê os outros? - Eles foram tomar banho, retira suas roupas cheia de sangue também. - Porque não me atenderam? Fiquei muito preocupada. - Desculpa, estávamos ocupados torturando um bando filhos da p**a que tava tentando roubar nossas armas e drogas. Colocarmos nossos celulares no silenciador por isso não ouvimos nada. - Tudo bem, respondendo sua pergunta anterior, eu estou acordada porque nossos filhos tinham acordado. - Sinto muito, anjo. Somos pais horrível. - Ele abaixa a cabeça. - Ei. - Levanto seu rosto fazendo carinho. - Não são, vocês estão se esforçando muito, eu percebi isso, meu amor. Vocês com toda certeza vão mimar muito eles. - Ele da um sorriso e se inclina me dando um selinho. - Vamos mimar mesmo, juntos também vamos lhe mimar. - Já do que eu estou? - Ele da uma risada, que sorriso linda, sua risada é tão gostosa de se ouvir. - Sim, vamos lhe mimar muito mais, agora vá dormir, você precisa, se eles acordarem nós damos um jeito - Sim, vamos lhe mimar muito mais, agora vá dormir, você precisa, se eles acordarem nós damos um jeito. - Não amor, eu terei que acorda mesmo assim, porque vocês não tem leite no peito para amamentar eles. - Ele coça a cabeça sem graça. - É verdade. - Dou um beijo em seu nariz e outro em seus lábios. - Qualquer coisa me acordem. Boa noite ou melhor boa madruga. - Rio fazendo ele negar a cabeça rindo. - Boa madruga amor. Subo para o quarto entrando deixando a porta entre aberta, me deito na cama me cobrindo toda. Fecho os olhos e logo durmo pelo cansaço.
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