Malu Eu finalmente tive alta do hospital, fui para casa tentar descansar mas não consegui estava deitada quando um homem estranho bateu na porta, ele ficou me olhando de cima pra baixo e eu tentei pegar meu celular mas ele não parava de me encarar, pelo visto ele é conhecido se não nem entraria aqui, essa favela está com a segurança reforçada esses dias, esse rosto me é familiar, mas ainda não sei dizer da onde eu o conheço. Zeca: não vai dar um abraço no seu primo menina. Malu: você deve estar me confundindo com alguém! Zeca: eu nunca esqueci as mulheres da sua família, sempre lindas. Malu: passar bem senhor - eu falo fechando a porta, mas não consigo porque ele coloca o pé. Zeca: para de ser malcriada menina, você é tão bonita, lembra a sua mãe, eu era pequeno, mas meu sempre falav

