Méier, RJ. Thalia narrando. Peguei minha mala e comecei a arrumar, eu não fazia ideia do que levar, mais decidi pegar só o básico. Meu pai agiu de forma calma comigo, eu esperava que a reação dele fosse ser mil vezes pior. Eu não queria ter que sair daqui, muito menos ter que morar na favela com o Bernardo, mas acho que foi isso que restou. Sai do quarto com a mala em minha mão, meu pai se aproximou de mim e disse: Pai: se você precisar voltar saiba que é sempre bem vinda! —uma lágrima caiu dos seus olhos.— vem cá, me dá um abraço.— eu sorri leve e o abracei forte. Senti uma picada no meu pescoço e gritei. Thalia: ai, oque foi isso? — me senti zonza na mesma hora, meu pai desfez o abraço e me sentou no sofá, depois disso eu apaguei. Méier, RJ. Bruno ( Pai da Thalia) narrando.

