Não demorou e ela voltou, já vestida para dormir, trazendo alguns cobertores e um travesseiro.
— Aqui, tenha uma boa noite. — pôs os cobertores ao lado dele e já ia saindo, mas ele a segurou pelo braço e se levantou.
— Any... — ele coçou a nuca. — Sabe que eu não tive culpa, não pode me culpar por isso.
— Mas ficou dando confiança pra ela, se você não tivesse dado algum tipo de liberdade, eu aposto que ela jamais teria coragem de fazer o que fez. — disse sentida.
Ele negou com a cabeça.
— Eu não dei confiança meu amor, você estava do meu lado todo o tempo. — ele dizia choroso, o pior é que não estava mentindo e ficava irritado por isso. Ele não tinha feito nada e estava pagando o pato.
Ela negava com a cabeça.
— O pior de tudo Joshua, é que eu não faço ideia de quantas vezes isso acontece enquanto você sai sozinho com seus amigos, se aconteceu hoje eu estando presente, imagine quando eu não estou, o que você não faz!
— Não vou admitir que duvide de mim! — ele fechou os olhos. Ela caiu no choro. — Isso foi uma infeliz coincidência. — grunhiu.
— Chega, eu não quero mais falar sobre isso! — disse com a voz embargada.
— Meu amor, para com isso! — ele gemeu. — Você não pode me culpar por algo que não é minha culpa. — e ela o olhou, ele viu seus grandes olhos amêndoas cheio de lágrimas e sentiu um solavanco no estômago ao vê-la tão frágil. — Vem aqui. — a abraçou e sentiu as lagrimas dela molhando sua camisa.
— Josh eu não te forço a estar casado comigo. — ela mordeu o lábio, sem soltar o abraço. — Se você não me ama, por favor, me deixa, se separa de mim de uma vez, mas faz isso antes de me machucar, por favor. — o soltou.
Ele engoliu o seco e a viu limpando as lágrimas.
— Eu te amo, você sabe que eu te amo. — ela continuou. — Mas não posso, nunca pude e nunca vou poder obrigar você a sentir o mesmo, se você não sente, não tem motivo para estarmos juntos.
— Não Any. — ele disse. — Eu te amo. — ele fechou os olhos. — Você sabe que eu amo, apesar de ser um péssimo marido, você é importante pra mim. — ele se aproximou dela.
Ela pode sentir o cheiro de álcool. Sorriu de canto ao lembrar que sua mãe dizia que os bêbados costumavam dizer a verdade. Coçou a nuca e se afastou.
— Não me culpa por isso Any. — ele pediu. — Eu jamais beijaria outra mulher na sua cara.
Ela mordeu o lábio e encarou o chão.
— E nas minhas costas? — ela perguntou.
Ele rolou os olhos, em uma expressão cansada.
— Entendeu o que eu quis dizer. — ele murmurou e ela o observou, em uma expressão indecifrável.
— Acho melhor dormirmos. — ela disse e mordeu o lábio. — Daqui a pouco eu tenho que estar de pé para mandar o David para a escola. — suspirou. — Até amanhã. — ia saindo.
— Espera aí... Eu ainda vou dormir no sofá? — perguntou perplexo.
— Por que não iria? — ergueu a sobrancelha.
— Pensei que você tivesse entendido! — ele grunhiu, não era possível que Any o faria dormir no sofá depois de tudo o que ele tinha dito a ela.
— Eu ainda estou chateada Josh. — ela disse, o encarando. — Tenho certeza que se fosse você no meu lugar não se acalmaria com tanta facilidade, pior ainda teria aceitado conversar comigo, ou estou enganada? — cruzou os braços.
Ele não disse nada, apenas sentou-se no sofá, m*l humorado. Any suspirou e negou com a cabeça, indo para o quarto.
— Merda... — Joshua reclamava batendo com força nos travesseiros, afim de deixa-los mais acolhedores.
No meio da madrugada Any acordou, sentindo a cama extremamente grande e vazia, sentou-se e suspirou ao lembrar que Josh estava dormindo no sofá. Sentia-se um pouco culpada e até achava que estava sendo dura demais com ele, mas ela sabia que era necessária essa pequena distância entre os dois.
Levantou-se e foi ver como ele estava e se sentindo uma grande babaca por não levar sua irritação tão a sério como queria.
Ao chegar à sala viu que a TV estava ligada e ele já dormia. Desligou a TV e o cobriu melhor, afinal estava fazendo frio.
— Porque eu tenho que te amar tanto hein? — ela disse, extremamente baixo. — Se agachou e beijou a bochecha dele, dando um cheiro, assim como fazia com David.
Assim que ela voltou para o quarto ele abriu os olhos e suspirou, levando a mão onde ela tinha beijado há pouco.
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De manhã cedo, David fazia balburdia na sala, impossibilitando Joshua de continuar dormindo.
— David, se aquieta! — ele grunhiu, sentindo sua cabeça doer.
— Porque você não tá dormindo na sua cama papai? — o pequeno perguntou, subindo em cima do pai.
— Pergunta para a sua mãe. — disse mais dormindo do que acordado, suas costas doíam, mas o sono era bem maior que o incomodo.
— Mamãe! — o pequeno correu até a cozinha, onde Any estava preparando seu café. — Por que o papai tá dormindo no sofá?
— Por que ele bebeu demais. — ela deu um sorrisinho amarelo, não gostava de mentir para seu pequeno, mas sabia que não era prudente dizer a ele o que seu pai aprontara na noite passada.
— Ah ele tava com bafo de bêbado, por isso você mandou ele dormir lá... — ele arregalou os olhinhos azuis.
Any riu e assentiu.
— Vem, a mamãe vai colocar seus sucrilhos. — o pegou no colo e o sentou na cadeirinha dele, serviu o café do pequeno e foi até a sala. — Josh, vai dormir na cama. Pelo jeito você não está com condições de trabalhar hoje. — ele se mexia.
— Uma hora me manda dormir no sofá, outra hora me manda dormir na cama... — ele reclamou sonolento enquanto levantava com suas cobertas. — É a última vez que eu durmo nessa p***a de sofá! — dizia mais dormindo do que acordado.
Any o olhava, negando com a cabeça enquanto ele sumia no corredor.
— Mamãe, olha aqui! — ouviu David chamar e se levantou. — Achei um brinquedo na caixa de cereal.
— Já vai filho... — ela respondeu e parou de caminhar ao sentir uma tontura forte, pôs a mão na cabeça e piscou diversas vezes, tirando os óculos do rosto.
— Mamãe!
— Já vai. — ela respondeu, sentindo que a tontura diminuía e ela já conseguia enxergar melhor. — Que droga, o que é isso agora? — ela coçou a nuca, começando a ficar preocupada. Pôs seus óculos outra vez e foi até o filho.
Assim que terminou de arrumar David, Any o levou na escola.
Ao deixá-lo no portão tentou enxergar Tomás por ali, para ver se o encontrava para cumprimentá-lo, mas infelizmente não o viu. Despediu-se de David, o entregou para a inspetora do jardim de infância e foi embora.
Resolveu tomar café em uma cafeteria, perto do colégio de David, afinal estava com uma extravagante vontade de comer o bolo de café com cobertura de chantilly que serviam ali, acompanhado de uma espumante xícara de chocolate quente. Ficou um bom tempo por lá, pensando na vida, na faculdade que queria fazer, ao pensar nisso ela endureceu a expressão, ela precisava e queria estudar, Josh concordando ou não, era um desejo dela, ao qual ela queria realizar.
O grande problema era que ele tinha razão a respeito de David. Como faria pra cuidar do filho? Estava entre a cruz e a espada, e entre uma faculdade e seu filho, é claro que sua prioridade seria David.
Algum tempo depois ela volta para casa e encontra tudo em silêncio, Josh provavelmente ainda estava dormindo. Viu um grande arranjo de flores em cima da mesa de centro e arregalou os olhos, foi até lá e pegou o arranjo, ao lado tinha uma caixa de bombons e um ursinho pequeno, extremamente fofo.
— Que bonitinho! — ela sorriu feliz e viu que tinha um cartão no meio das flores, o apanhou e leu. — Me desculpa por tudo amor. — sorriu e ao lado viu que tinha um coração desenhado, sorriu abertamente e abraçou o ursinho.
— Pelo jeito, gostou da surpresa. — ela ouviu a voz rouca e se virou, dando de cara com ele. Ficou extremamente desconcertada ao ver que ele estava só de toalha e parecia que tinha acabado de sair do banho.
— Eu adorei. — ela sorriu. — Fez tudo isso enquanto eu estava fora?
— Não é difícil ligar pra uma floricultura e pedir pra entregarem uma encomenda. — ele se aproximou dela, fazendo-a ficar com as pernas bambas. — Mas ainda não me disse se me desculpava ou não. — ficando perto dela, perto até demais.
— Tudo bem. — ela sorriu de leve. — Eu te desculpo. — arrumou os óculos. — Mas só por que eu vi que foi ela quem agarrou você. — explicou, analisando o ursinho.
— Ainda bem que você entendeu. — assentiu, a analisando e tirando o ursinho das mãos dela, o jogando no sofá. — O que acha de aproveitarmos melhor esse tempinho a sós? Hm? — disse isso e beijou-a, pegando a esposa de surpresa.
— Aproveitar? — ela perguntou assim que partiram o beijo , de maneira tímida, enquanto ele descia os beijos para seu pescoço.
— Aham, eu quero t*****r com você bem gostoso. — disse sem pudor algum, enquanto se desfazia da roupa dela.
— Josh, vai com calma... — ela pediu.
Afinal quando Josh estava e******o demais acabava indo com muita força e as vezes lhe machucava. Ele se livrou dos óculos e da roupa dela em tempo recorde e ela lhe puxou a tolha, revelando o pênis dele.
— Já sabe o que fazer... — ele disse rouco.
Ela se agachou e começou a chupa-lo, deixando-o muito nervoso. Any tinha uma maneira única de lhe chupar, sua língua aveludada lhe provocava uma sensação viciante. E a timidez dela, ajudava muito.
Já Vivian e as outras, eram vulgares e faziam coisas absurdas. Está certo que ele gostava. Mas a timidez e a forma apaixonada que Any se entregava a ele eram algo que ele simplesmente adorava. E somente ela tinha essa característica marcante.
E o melhor era que ela fazia tudo o que ele quisesse, a hora que quisesse, como no outro dia na cozinha. A única coisa que ela não fazia de forma alguma era sexo anal, mas isso não era importante, Vivian lhe dava o cu a hora que ele pedisse.
Ele cerrou os punhos e sentiu que iria gozar, tirou seu m****o da boca de Any e o acariciou de maneira firme, até gozar nos s***s dela.
— Vem aqui, vamos para o quarto. — ele disse, ainda com a respiração entrecortada.
Any o olhou excitada e assentiu. Caminhou até o quarto e ela deitou na cama abrindo as pernas para o marido.
Josh engatinhou até ela e lhe abriu mais as pernas, olhando a i********e exposta e o pequeno buraquinho no centro molhado. Passou o dedo ali e o enfiou até o fim, fazendo Any fechar os olhos e soltar um pequeno gemido.
— Tão apertadinha... — ele sussurrou, cerrando os olhos, sentindo toda a umidade dela. Levou a boca até lá e sugou de forma precisa o c******s inchado.
— Hm... — ela mordeu o lábio. — Josh! — acariciando um seio com uma mão e com a outra tocando a cabeça do marido, que agora chupava sua i********e de maneira feroz. — Ah! — mordeu o lábio e apertou com força o lençol.
Joshua, sem aguentar mais, abre as pernas da esposa bem abertas, fazendo os joelhos quase tocarem nos s***s e penetrou seu m****o o mais fundo que pôde. Any gritou e ele deu um longo gemido de satisfação. Apertou com força o seio dela e com a outra mão se apoiou na cama. Os movimentos eram fortes e faziam com que os s***s de Any sacudissem, e a cama balançasse.
— Ann! — Any gritava, com os olhos cerrados, arranhando as costas dele até chegar ao traseiro masculino. — Que gostoso. — ela gemia.
Ele mordeu o lábio e fechou os olhos com força, sentindo seu m****o latejar de t***o. Apoiou os cotovelos na cama e se pôs a meter com mais força. Any entrelaçou as pernas na cintura do loiro, e ele chupou seu pescoço. Com certeza ficaria marcado.
— Oh! — ele gritava.
Não demorou e os dois gozaram, Any sorriu radiante e Joshua saiu de dentro dela, se deitando ao seu lado.
— Eu te amo, amor. — ela beijou o peitoral dele. — Adoro fazer amor com você.
— Eu também. — ele a beijou de forma delicada.
Ficaram trocando beijos por alguns minutos e logo Any pegou no sono, afinal estava exausta, tinha dormido tarde e acordado cedo demais. Joshua ligou a TV e ficou vendo seriados, ouviu seu celular tocar e atendeu preguiçoso.
— Pronto. — disse cheirando os cabelos de Any.
— Posso saber onde diabos você está Joshua? — ouviu a voz estrondosa de Vivian berrar do outro lado da linha.
Ele levantou-se rapidamente e saiu do quarto entrando no banheiro do corredor.
— Responde p***a! — ela berrou.
— Vivian, para de gritar! — ele sussurrou. — Estou em casa. — grunhiu.
— E por que não está na empresa? Eu liguei pra lá e a escrota da sua secretariazinha disse que você não foi.
— Por que eu cheguei em casa de ressaca, fui para o Imperial ontem. — explicou coçando a nuca.
— Eu estou com saudades. — ela suspirou, olhando as unhas. — Poxa gato, faz três dias que a gente não se encontra, sabe o que é isso? Qual é? Não quer mais? — disse chorosa.
— Não diga bobagens Vivi. — ele suspirou. — Sabe que eu te adoro, não sabe? — disse de maneira sedutora.
— Não é o que parece. — disse insatisfeita.