— Então fica aí. — ele deu de ombros. — E vocês? Seus dois merdas de uma figa. — disse com sua veia saltando de irritação. — Saiam da minha frente! Os homens ergueram a sobrancelha e deram espaço pra ele sair. ¨¨¨¨ Any procurava convencer a tia a pular, a mulher não estava com um pingo de coragem que fosse. — Tia, você vai se apoiar na janela e descer pelo cano, como fazem os bombeiros. — explicava. — Mas esse cano está preso a parede, eu não sei se vou conseguir segurar até o chão. — em pânico. — É claro que consegue tia! — Any disse nervosa, o tempo estava acabando, logo o fogo invadiria o quarto. — Você precisa descer para pedir ajuda, eu vou dar um jeito de descer as crianças e precisa ter alguém pra apara-los, por favor tia! — ela pediu e Miranda viu o desespero em seus olhos. —

