— É bom que não sejam mesmo. — ele a olhou estranhamente. — E fala para o pai deles arrumar um trabalho, por que eu não sou obrigado a sustentar os filhos dele. — ele bufou. Não acreditava que os pirralhos iriam morar com eles, mesmo que fosse temporariamente lhe irritava, estava bom demais pra ser verdade. — Tudo bem, eu juro que assim que Lucky arrumar um emprego, eu os mando para o pai. — ela beijou a ponta dos dedos em forma de promessa. — Eu espero que faça isso mesmo. — ele disse, dando um último gole em seu café. — Não quer comer nada? — Não, eu já comi. — ela deu de ombros. — Escuta amor? Porque não arruma um emprego para o Lucky lá na empresa do seu pai? — Por que meu pai não quer ver nem a mim na empresa dele, pior ainda seu ex-marido. — Joshua ergueu a sobrancelha. — Por q

