— Mas é claro que não Sina... — ela disse chorosa. — Você sabe que eu não sou louca de fazer isso. Any é muito apaixonada e é meio cega, meio não, completamente. É claro que ela não ligaria, pelo Josh ela atura tudo. — bufou, agoniada. — Tirando que pode fazer m*l para o neném.
— É verdade, você fez muito bem. A última coisa que Any precisa no momento é passar nervoso. — Sina disse pensativa. — Vamos cuidar dela e arrumar um jeito de ajuda-la.
Sofya assentiu e as duas entraram no carro, saindo dali.
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Ao chegar à casa da tia, Any encontrou Vivian e Miranda tomando um chá na varanda.
— Oi tia! — ela acenou, aparecendo na calçada.
— Ah não acredito. — Miranda reclamou entredentes para Vivian, que estava ao seu lado. — O que ela veio fazer aqui?
— Não sei, deve ter vindo encher o saco como sempre. — Vivian respondeu.
— Ai meu bom Deus, dai-me paciência. — reclamou baixinho. — Querida! — disse com falsidade abrindo um sorriso semelhante a uma nota de trinta. — Como você está?
— Ah eu vou mais ou menos. — ela mordeu o lábio. — A gravidez tá me matando. Tem dias que eu acordo muito m*l, com enjoos... — Vivian a interrompeu.
— Ah Any, como você é dramática! — rolou os olhos. — Você não está mais em tempo de enjoou. Eu lembro que os meus acabaram no terceiro mês.
— Eu sei, mas não é drama... Tem dias que é duro de aguentar, minhas vizinhas todos os dias me levam pra tomar sorvete por que eu não consigo comer direito. — passou a mão no rosto e em seguida olhou a barriga. — Tá me maltratando demais tia. — coçou a nuca.
— Pois bem feito Any. — Vivian sorriu, alegre. — Isso é o que você merece por usar dessa gravidez pra se casar com o Josh.
— Ora essa... — Miranda disse fuzilando Vivian com os olhos. — Não ligue para sua irmã querida, só está com ciúmes pelo fato de você estar casada com um herdeiro!
Vivian rolou os olhos.
— Eu sei disso tia! — Any disse, olhando a irmã. — Vivian não se conforma com meu casamento, mas eu já aprendi a lidar com isso.
— Me responda então Any. Está feliz com seu maridinho?
— Mas é claro que sim. — ela sorriu, com olhinhos brilhando. — Amo Josh com todas as minhas forças, ele é o homem da minha vida, o pai do meu bebê. — tocou a barriga protuberante. — Como não podia estar feliz?
Vivian fez um bico e Miranda sorriu aliviada. Que bom que o casamento estava dando certo, pelo menos para a sobrinha iludida. Já tinha conseguido sanar metade de suas dividas e a casa estava sendo reformada de forma elegante, também estava reformando o restaurante. Tudo isso graças à união de Any e Joshua.
— E onde ele está agora?
— Está fazendo uma viagem de negócios. Desde a semana passada. — ela olhou as unhas. — Estou com tantas saudades tia.
— Não fique! — ela riu. — Logo seu marido volta pra ficar com você. — tocou os cabelos dela. Que sorriu de lado.
¨¨¨¨
Mais tarde, Joshua chegou em casa e viu que estava tudo em silêncio. Não era possível que Any estivesse na rua àquela hora. Olhou no relógio e viu que faltavam quinze minutos para as nove da noite.
Passou a mão no rosto com força e foi até o quarto jogando sua mala por ali. Tomou um banho demorado e saiu enrolado na toalha. Porque diabos Any não estava em casa? Iria tomar satisfações assim que ela voltasse, ah se ia.
Vestiu uma cueca e saiu do quarto, assim que a porta abriu e Any passou por ela. A garota trancou a porta e assim que o viu, sorriu abertamente.
— Amor! — ela foi até ele e o abraçou. — Você já está aqui! Oh, eu senti tanto a sua falta!
Ela o soltou e lhe deu um selinho demorado.
— Chega de abracinhos! — a afastou e ela sorriu. — Pode me explicar onde você estava Any Gabrielly?
O sorriso de Any se alargou. Estava feliz por ver que ele estava se importando com ela, e provavelmente sentiu sua falta assim que chegou.
— Er, eu fui à sorveteria com a Sofya e a Sina e depois fui visitar minha tia em casa. — ela explicou segurando a barra do vestido. — Eu não sabia que você ia chegar hoje, se soubesse teria feito um jantar especial! — o abraçou pelo pescoço.
— É, eu decidi vir hoje. — ele suspirou.
— Faz tempo que chegou? — ela perguntou, cheirando o pescoço do marido.
— Um pouco! — se soltou dela. — E fiquei muito irritado por ver que você estava na rua a essa hora. Já disse milhares de vezes que não quero que fique na rua durante a noite! Você é uma mulher casada Gabrielly!
— Desculpa. — ela mordeu o lábio.
Ele viu que a barriga dela tinha crescido. Que merda, daqui a um tempo nem pra f********o Any iria servir. Aquela barriga de grávida o faria broxar.
— Eu vou fazer alguma coisa pra você! — ela sorriu. — Está com fome?
— Mas é claro que eu estou com fome! — disse se sentando no sofá. — Anda, vai logo!
Ela assentiu e saiu.
Alguns minutos depois voltou com uma bandeja e colocou na mesa de centro.
— Aqui está o seu jantar. — ela olhou o prato e o copo de suco. — É uma panqueca de frango que eu aprendi com a Sofya. É bem gostosa. — sentou ao lado dele.
Joshua assentiu e pegou o prato. A panqueca estava deliciosa, assim como qualquer comida que Any fazia. A bruxinha sabia cozinhar, e como sabia.
Depois do jantar os dois foram para o quarto. Any foi tomar banho e Josh ficou assinando uns documentos do trabalho.
Dentro do banheiro a garota estava se olhando no espelho, queria fazer amor com Josh, mas até o momento ele não tinha demostrado interesse.
— E agora? — ela disse perguntando para seu reflexo no espelho. — Como eu faço pra deixar ele com vontade? — mordeu o lábio.
Any suspirou e se pôs a arrumar os longos cachos, olhou para o espelho de novo e fechou os olhos. Droga, ela estava com muita vontade. Decidiu tentar e saiu do banheiro enrolada na toalha. Viu Joshua sentado na cama, encostado na cabeceira enquanto lia uns papéis.
— Josh... — ela sentou ao lado dele. — Não estava com saudades de mim? — ela perguntou beijando de leve o pescoço dele, que rolou os olhos.
— Não Gabrielly. — disse seco, enquanto se afastava dela de leve, porém Any não o soltou.
— Eu estou com saudades. — ela disse, sentindo seu corpo arrepiado por estar colado ao dele. Desfez o nó da toalha e ficou completamente nua.
Joshua a observou e ficou completamente chocado, não esperava que a esposa fizesse algo do tipo.
— Vamos fazer amor?
— O que deu em você? — ele ergueu a sobrancelha e ela vendo a situação que estava, se afastou dele, o olhando completamente envergonhada.
— Você não quer? — ela se cobriu outra vez, sem jeito e ele suspirou. — Desculpe, eu não devia. — ela se levantou e foi para o closet.
Joshua foi atrás dela e a encontrou chorando baixinho. Respirou fundo e foi até lá.
— Any, por que está chorando? — ele perguntou e ela o olhou com os olhos vermelhos e com a visão nublada. — Eu não falei nada pra você. — disse entediado.
— Eu não queria que pensasse que... — aos prantos, ele a interrompeu.
— Que você é uma p**a? — ele perguntou e ela assentiu com a cabeça baixa. — Eu não penso isso.
Any o olhou ainda com lágrimas. Ele a trouxe mais para perto dele e a beijou de leve.
— Você não é p**a. — ele tocou os cabelos dela. Ela sorriu de lado. — Está feliz agora?
Ela assentiu e ele a beijou outra vez dessa vez de forma intensa. Any o abraçou pelo pescoço e ele desfez o nó da toalha dela, deixando-a pelada. Ele gemeu quando sentiu os m*****s duros de Any em contato com seu peitoral desnudo. Desceu os beijos para o pescoço dela e a pegou no colo a levando para a cama.
— Eu te amo Joshua. — ela murmurou assim que ele a deitou na cama e se pôs a chupar a sua i********e. — Oh! — ela abriu os olhos, um pouco assustada, afinal ele nunca tinha feito aquilo com ela. — Ah Josh! — arqueou o pescoço para trás. — Ai minha virgenzinha... — murmurou, sentindo seu corpo se incendiar, aquilo era bom demais.
— Você gosta? — ele perguntou enfiando um dedo dentro da v****a dela.
Any assentia freneticamente, enquanto se contorcia. Any se sentou e o empurrou na cama, tirou sua cueca enquanto ele a olhava perplexo. Quando o m****o duro de Joshua saltou para fora ela o levou diretamente até sua v****a e o enfiou ali, dando um grito de puro deleite. O loiro gemeu alto, enquanto via Any cavalgar em seu m****o.
— Oh! — ela gemia alto, enquanto cavalgava. Sua i********e estava se saciando e ela parecia estar desesperada por gozar.
Joshua a olhava com muito t***o, os s***s dela pulavam e ela os apertava.
— Isso Gabrielly... — ele apertava o travesseiro com uma mão e com a outra apertava a cinturinha de Any. — Gostosa! — sem tirar os olhos dos s***s dela, eram cheios e redondos, que ela era gostosa ele não poderia negar.
— Ah! — ela levou a mão ao c******s e o estimulou sentindo o orgasmo se aproximar. — Amor!
Joshua apertou os s***s dela, os esmagando em suas mãos. Sentia seu m****o pulsar como nunca, enquanto entrava e saia da i********e molhada e quente de sua mulherzinha. Esse era o lado bom de Any estar prenha, ela não conseguia ficar muito tempo sem f***r, parecia que seus hormônios estavam em guerra.
— Gabrielly... — ele sussurrou com os olhos semicerrados.
Any sorriu e gemeu manhosa, ao sentir o orgasmo. Um alívio tomou conta de seu corpo e ela respirou fundo, passando a mão nos cabelos e fazendo um coque. Joshua mordia o lábio e parecia igual a ela. Estava exausto.
Algum tempo depois ela já dormia em seus braços, parecia relaxada. Ele a observava dormir. Robert tinha razão. Ela não era feia como parecia, tinha um rosto afilado, seu nariz era arrebitado e não tinha sequer uma espinha que fosse, seus lábios eram rosados e cheios e podia até ser comparada com um anjo. Era uma pena que não sabia se arrumar, ele jamais teria coragem de leva-la para sair com seus amigos.
¨¨¨¨
No dia seguinte.
— Quem é vivo sempre aparece! — Pedro disse, assim que o viu entrar em seu quarto.
— E aí seus manés? — ele disse se sentando na cama do amigo e passando a mão no rosto.
— Você estava aonde?
— Estava viajando. — rolou os olhos. — O mala do meu pai agora resolveu jogar todos os problemas da empresa nas minhas costas.
— Estava em uma viajem de negócios? — Bailey ergueu a sobrancelha. — É isso mesmo? — olhou para Noah e os dois começaram a rir.
— Isso... Vão rindo mesmo, seus escrotos. — Josh disse com um bico irritado. — É por que vocês ainda não viram a gostosa que estava me fazendo companhia.
— Ah, eu logo vi que tinha mulher no meio. — Pedro rolou os olhos e lhe entregou uma latinha de cerveja. — Eu já estava começando a estranhar.
Joshua riu e deu um gole.
— Quer dizer que você estava chifrando a quatro olhos outra vez? — Bailey perguntou. — E podemos saber com quem?
— Pois é, Lisa é minha secretária. — Joshua deu de ombros. — Eu preciso de uma motivação, não acha? — riu.
— Está apaixonadinho pela secretária é? — Noah ergueu a sobrancelha.
— Mas que merda. É claro que não, você pirou é? — lhe deu um pedala. — Estava me divertindo com a Lisa, mas é só isso.
— Espero que não saia por ai engravidando a secretária assim como fez com a Any. — Pedro advertiu.
— Eu uso camisinha, e sei me cuidar muito bem. — Joshua disse.
— E vem cá cara... Ela é boa de cama? — Bailey sorriu malicioso.
— Não é lá grande coisa... Mas pra passar o tempo em um quarto de hotel é um quebra galho e tanto. — coçou a nuca.
— E não sentiu saudades da sua Gabrielly? — Pedro zombou.
— Ora essa... — Josh rolou os olhos e forçou um sorrisinho, até que tinha sentido certa saudade de Any, mas nem morto ele falaria. — É claro que não. Mas ela pelo jeito estava morrendo de saudades do papai aqui.
— Deveria estar subindo pelas paredes... Pelo que você diz ela não sossega enquanto não leva umas varadas certo? — Bailey gargalhou.
— Certíssimo. — ele assentiu, colocando a latinha de cerveja na cabeceira da cama de Pedro. — Essa gravidez está deixando ela mais louca ainda... Tem dias que está parecendo uma morta viva, passa o dia inteiro botando as tripas pra fora... — ele lembrou-se das crises de enjoou da garota e fez careta, odiava quando ela acordava enjoada. — Mas tem outros que ela só quer saber de f********o, é uma coisa muito cabulosa. E eu aproveito. — sorria maléfico.
— Olha cara, ninguém quer saber disso tá ligado? — Pedro disse, com certo incômodo.
— É claro que nós queremos! — Bailey disse.
— Qual é Pedro? — Joshua riu. — Qual é a sua agora?
— Nada ué... É muito nojento você ficar falando que comeu a sua mulherzinha.
— Tem alguém com inveja. — Noah assoviou.
Pedro o olhou com cara de morte.
— Eu não estou com inveja... Pra que eu teria inveja?
— Sei lá, o Beauchamp só vive comendo mulheres por ai, tirando que ainda tem uma só pra ele em casa. Já você nós não podemos falar o mesmo. — Bailey zombou.