Sophia entrou no banheiro do quarto de hotel, e seus olhos se arregalaram diante do espaço luxuoso que se desdobrava diante dela. O mármore brilhante, os espelhos elegantes e a imensidão do ambiente eram quase avassaladores. Uma sensação de admiração e nervosismo a envolveu enquanto ela se preparava para o banho. — Meu Deus, isso realmente é verdade? — Sophia não conseguia conter o seu sorriso. Seu rosto até doía. — Estamos realmente em Roma? Eu estou apaixonada pelo meu chefe! — Então ela lembrou da conversa que teve com ele dentro da aeronave. — Não! Aqui não somos chefe e assistente. Aquele não é o Christian que eu conheci. Enquanto a água morna caía sobre sua pele, ela não conseguia deixar de sorrir ao perceber quão surreal era a situação em que se encontrava. Apesar do nervosismo,

