Angelina não sabia ao certo quanto tempo ficou dentro do carro, mas sabia que está a bastante tempo e isso já está a deixando com medo e bastante enjoada por causa do movimento do carro. Ela sente quando o carro para e aguarda o momento em que o tal homem vai abrir o porta-mala, assim que ele o abre, o homem dá um sorriso malicioso. — Agora terei que vendá-la, sabe, ordens da casa — Ele diz e pega outro pano, só que esse é preto e com cuidado coloca sobre os olhos de Angelina e depois que verifica se ela não está enxergando nada, ele a segura pelo braço, a tira de dentro do porta malas, e a pega no colo já que os tornozelos dela estão amarrados. Angelina se sente impotente ali, ela devia não ter medo, mas não sabe ainda do que esse homem é capaz de fazer com ela. Seu rosto dói muito,

