Amiran gentilmente levanta o meu rosto e me obriga a olhar nos seus olhos. — Eu te amo. Estou com raiva, mas ainda te amo. Expiro aliviada, sorrio timidamente e me aconchego mais perto. — Sinto muito por ter perdido a paciência. Ele acrescenta, passando suavemente as pontas dos dedos pelas minhas costas. — Não fiquei ofendida... Bem... Não muito... Faço uma pausa envergonhada e me viro. — Talvez você também tenha gostado? A voz do meu marido muda sutilmente. Fica mais baixo e mais grossa. E o seu desejo se torna bastante tangível. — Não sei… As minhas bochechas estão queimando e nem a água esfria a minha pele. Ao sentir toques nas nádegas, estremeço, levanto involuntariamente os olhos e encontro um olhar sombrio e cativante. — Podemos descobrir juntos... Cada palavra está chei

