Ailyn Eu finalmente me recomponho e saio lentamente do celeiro. À distância, ainda ouço gritos — os gêmeos, ao que parece, conseguiram derrubar Andrew e Carter no chão. Tyler corre até Emily, ergue-a nos braços e a gira, fazendo-a rir. O sol brilha forte sobre todos eles, quente demais para o meu gosto, mas nenhum deles parece se importar. Por um breve instante, esse é o meu mundinho perfeito. Um pedaço de paz roubado do caos. Com os dedos trêmulos, disco o número do meu irmão. Encosto o telefone no ouvido e espero, desesperadamente, que ele atenda. Cada segundo que passa parece uma eternidade angustiante. Então, finalmente, a chamada é atendida — mas não é a voz do meu irmão que escuto. É uma voz que me paralisa. — Andrei? — gaguejo, o nome saindo com dificuldade, minha voz tingida d

