Quando cheguei em casa, encontrei-a dormindo no sofá. Ela ainda estava vestida, e seus olhos estavam vermelhos e inchados. Meu peito doeu, e meu estômago revirou com a inquietação. Lentamente a levantei do sofá e levei-a para o nosso quarto. Quando a coloquei na cama, ela se mexeu e se afastou. — Não. — Uma palavra era tudo que ela falou quando enrolou longe de mim. — Deixe-me ajudá-la a tirar a roupa. Vou deixar você sozinha depois disso. Prometo. — Deslizei os sapatos de seus pés e cuidadosamente deslizei seu jeans pelas suas pernas. Ela manteve os olhos fechados com força, nem mesmo tentou roubar um piscar de olhos. Minha garganta queimava mais a cada segundo que passava. Neste momento eu me vi desejando ter ido com os meus instintos e nos trancado mais cedo em nosso quarto. Tería

