Acordei com a maior cãibra em meu pescoço. Essas poltronas aparentam serem muito mais confortáveis do que realmente são. Estalei meu pescoço e estiquei meus braços acima da minha cabeça. Bati no ombro da Maria. Ela levantou a cabeça, segurando a sua nuca, imitando minhas ações anteriores. Tudo o que eu podia fazer era rir. — Me diga, elas acabaram com seu pescoço. — Ela riu em resposta, e lentamente se espreguiçou e sentou. — Quer tomar um café? — Mm, sim, — ela suspirou. Quando voltamos ao andar de cima, a sala de espera estava novamente cheia com as famílias que vieram visitar seus entes queridos. Um médico estava na recepção olhando para um gráfico. O atendente nos viu entrar e apontou para nós. Quando o médico se virou, meu estômago embrulhou. Ele estava prestes a dizer-nos alg

