CAPÍTULO 95 MONIQUE NARRANDO Chegamos no morro do Turano já era noite. A subida era tranquila, mas dava pra sentir o movimento — gente na rua, crianças brincando, moto subindo e descendo, música tocando de alguma caixa de som perdida. A moto do Tubarão fez a curva final e eu vi a casa dele… e, olha, chamar aquilo de casa era até pouco. Era uma mansão de verdade, lá no alto do morro, com portão de ferro alto e câmera em cada canto. A fachada era toda pintada num cinza moderno, com detalhes em vidro que refletiam o resto da comunidade e o céu. Quando entramos, deu pra entender porque ele sempre parecia tão seguro ali. O portão fechou atrás da gente e revelou um quintal enorme, com piso claro e uma piscina retangular no centro. Tinha churrasqueira, área coberta com sofá, mesa de madeira g

