CAPÍTULO 180 ALINE NARRANDO Acordei sentindo um calor gostosø no meu pescoço, aqueles beijos lentos e pesados que só ele sabia dar. O arrepio correu pelo meu corpo antes mesmo de eu abrir os olhos. Sorri de canto, ainda meio sonolenta, e ouvi a voz grave dele, baixa, quase um ronronar no meu ouvido: — Bom dia, princesa. Virei devagar, encontrando o rosto dele tão perto do meu que até a respiração se misturava. O olhar escuro, intenso, mas com um brilho diferente daquela manhã. Passei a mão no rosto dele, sentindo a barba rala arranhar de leve meus dedos, e deixei escapar, quase num sussurro: — Bom dia… Breno. Ele arqueou a sobrancelha na hora, um meio sorriso torto surgindo, como se aquela palavra tivesse mexido mais com ele do que eu podia imaginar. — Repete. — murmurou, o tom mais

