118- ADRI

995 Palavras

CAPÍTULO 118 ADRIANA NARRANDO Eu ainda tava rindo, limpando o canto da boca com o guardanapo, quando a ficha bateu de verdade. Olhei praquele homem na minha frente, largado na cadeira, sorriso maroto, falando como se fosse a coisa mais simples do mundo bancar meu sonho. E meu coração disparou. — Tu fala assim como se fosse fácil… — murmurei, girando a xícara entre os dedos. — Mas eu sei o corre que tu tem. Ele me olhou firme, sério de repente. — Eu dou conta, Adri. — respondeu, sem piscar. — Não quero tu se preocupando com peso que é meu. E eu senti. Aquele jeito dele falar não deixava espaço pra dúvida. Eu sabia que, se dependesse do Dudu, aquilo tudo ia acontecer. Soltei um suspiro, me encostando na cadeira. Pela primeira vez, comecei a imaginar o lugar de verdade: a plaquinha com

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