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1912 Palavras

ISABELLE Quando acordo várias horas depois, estou sozinha na cama. — Jericho? — Eu pergunto, mas ele não está no quarto ou no banheiro. Empurro os cobertores, puxo a camisa que ele descartou mais cedo e abro a porta. O corredor está escuro. É o meio da noite. Eu rastejo escada abaixo descalça, abotoando dois dos botões de sua camisa e envolvendo meus braços em volta de mim para me aquecer. A casa sempre parece fria por dentro. Deve ser o mármore. Dentro da grande lareira na sala de estar estão os restos de um fogo moribundo. Sinto o cheiro e posso ver o brilho vermelho profundo enquanto passo. Se ele estava aqui, não está mais. — Jericho? — Eu tento novamente em silêncio. Nada. Ando pelos quartos do primeiro andar, mas ainda não o encontro até chegar à pesada porta de aço que leva ao

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