O bordel era mais como um bar cheio de pessoas — ou uma versão do que seriam simplesmente pessoas que escondiam verdadeiros demônios abaixo de suas peles com belezas exageradas — amontoados no balcão sem funcionário, do que uma casa de pecados de verdade. Tudo era feito daquele tom levemente avermelhado, com nuances brilhantes e chamativas. Um balcão com bebidas expostas erguia-se na parede dos fundos, e mesas com assentos acolchoados se espalhavam já cheios daquelas pessoas com malícia no olhar devidamente sentadas. Aquele casal que se beijava e alternava suas posições para o ato sexuäl que servia de isca para atrair as pessoas para dentro ainda estava diante da janela. Uma música tocava bem alto, abafando conversas e risadas. Não tinha letra, era apenas uma junção de batidas sensuais q

