— Então, como é que vamos entrar no mundo humano? — perguntou Tennebris, observando-me com certa incredulidade. — Do mesmo modo que entrei no inferno — respondi com aborrecimento. — Criando um portal. Tennebris observou o entorno. Estávamos no topo de um penhasco que era banhado pelas águas escuras do rio Aqueronte, sendo castigados pela força do calor do sol poente que manchava o horizonte. Eu ainda me lembrava de Valtrax ter dito que aquele território já fazia parte do inferno, mas, tratando-se de uma área que seria como um meio-termo entre a terra e o inferno. Ali, eu já podia sentir um odor muito mais fresco e diferente do cheiro de fogo puro do inferno. Meu corpo inteirou pareceu relaxar diante da sensação de frescor entrando nos pulmões. Nós usamos um portal criado por Valtrax

