Não queria ter saído correndo, me mostrar tão vulnerável foi a última coisa que desejei, mas não consegui controlar meus sentimentos, acabei me deixando levar. Quando chego na calçada da rua, respiro aliviada sentindo o vento gelado bater em meu rosto. A sensação de paz e alívio acaba quando sinto mãos fortes segurarem minha cintura. — Me larga! — esbravejo. Não preciso olhar para trás para saber quem é, conheço essas mãos fortes e esse perfume a quilômetros de distância. — Espera, precisamos conversar — Matteo gira meu corpo, ficamos cara a cara. Minha vontade é esbofetear o rosto lindo desse canalha. — Me larga — puxo meu corpo para trás e me desprendo dos seus braços — Pode voltar, quero só tomar um ar fresco. — Martina, aquilo que você viu não foi real — passa as mãos pelos cab

