Dias, semanas, meses se passaram e a atrevida não cede. Depois da discussão que tivemos no dia da cerveja, ela decidiu me ignorar completamente, quando estamos em algum lugar que tem mais pessoas, ela é educada, fala comigo e vez ou outra me xinga, prefiro mil vezes ela brigando comigo do que o gelo que me deu. O resultada da garrafa que ela jogou em mim foi um belo corte em meu braço, porque na hora coloquei-o na frente para não acertar meu rosto. Comecei a deixá-la livre para sair de casa quando quiser, essa foi a única maneira que encontrei de Martina falar um pouco comigo. Claro que um segurança da minha confiança fica de olho nela, Antônio fala para ela que é o seu motorista e quando ela sai com Antonella, ele fica seguindo a distância. Conheço Martina e se souber que coloquei algué

