Capitulo 8

941 Palavras
Luna Narrando Desço e estão todos na sala: Lua, JP, Luh, MK, Menor, Vicky e PH. Eu: — Pronto! — Eles me olham de cima a baixo. Vicky: — Caralhooo! Luh: — Nunca decepciona. Lua: — Botou o corpo para jogo, hein, fia! — Eu começo a rir. Eu: — Ah, para, vai! Eu estou maior basiquinha, vocês é que estão lindas. MK: — Aí, aí... JP que se cuide, viu? — JP olha para ele sério. JP: — Ê, sai fora, tlgd. Menor: — Hoje vamos ter que m***r muita gente. — brinca. Eu: — Gente, vamos logo, viu? Eu não me arrumei rápido para ainda estar aqui conversando. — Depois dessa, o povo quase me bate. Os meninos foram direto para o baile. Eu e o JP fomos levar a Juju para a casa da mãe do PH. Ele desce, leva a pequena e sai acompanhado de uma mulher bem bonita. A Juju está no colo dela, que olha para dentro do carro e me vê. Moça: — A bicha é bonita, viu? Fique de olho para não perder. JP: — Oxe, tia, ela é só uma amiga! — fala rindo. Mãe do PH: — Sei... O JP começa a rir, entra no carro e dá partida. JP: — Acho que hoje vou ter trabalho. — fala me olhando. Eu: — Por quê? — Ele n**a com a cabeça. Depois de uns minutos, chegamos. Descemos e ele me puxa, me encostando no carro. Fala no meu ouvido por conta do som alto: JP: — Presta atenção, viu, tlgd? Não quero você metida em briga e não dê moral para nenhum homem. — Me olha fixamente. Eu: — E eu lá gosto de briga, rapaz? — Falo com a cara mais cínica do mundo e ele n**a. Ele pega na minha mão e entramos. Estava lotado. Pessoas olhando e comentando; algumas meninas olhavam com cara de nojo, outras normal. Os homens me olhavam de cima a baixo. Fomos para o camarote e o povo já estava lá, além de outras pessoas que eu nunca vi na vida. Xxx: — E aí, JP, está de coleira agora é? Parabéns, viu, mina? Tu é muito gata. — fala uma menina bem bonita e tatuada. JP: — Que coleira o quê, Alice? Sai fora. Sou pitbull solto. Ele vai cumprimentar o pessoal e ela vem até mim. Eu: — Obrigada! Você também é muito gata. Alice: — Satisfação, Alice, mas pode me chamar de Lice. E você? Eu: — Satisfação, Luna. A gente ficou conversando; a menina é muito gente boa! Eu: — Ô, gente, eu quero beber! Quem vai? — O povo me olha. Lice, Luh, Lua e Vicky: — Vamooos! Fomos para o barzinho ali de cima mesmo. Pedi uma dose de Príncipe e fiz as meninas pedirem também. Depois pegamos, cada uma, um copão de whisky e voltamos para onde os meninos estavam. Quebra de tempo Já deve ser umas duas e pouco da manhã. Bom, eu já não estou no meu melhor estado. O JP sumiu umas três vezes para "comer as putas" daqui (como sei? Fonte: minhas amigas). O PH sumiu uma vez e vi que a Lua ficou m*l. Menor e Vicky sumiram por um tempo também, e o resto está só bebendo. Eu e as meninas agora estamos no meio do povo dançando; meu pé já está doendo. Eu: — Luh, vou sentar, meu pé está doendo. — falo para ela, que é a que está mais perto. Luh: — Tá bom! — diz, e eu subo para o camarote. Sento e o Menor vem sentar do meu lado. Menor: — É bom ver você sorrindo. — Eu olho para ele. Eu: — É bom me sentir feliz, nem que seja por um momento. — Ele me observa. Menor: — Mina, a gente não se conhece muito, mas sinto algo forte por você. Qualquer coisa, estou aqui. Ele me faz bem, não sei explicar, nem sabia o que falar. Eu: — Sabe onde vende cigarro? Menor: — Tu fuma, é, menina? — fala chocado e eu começo a rir. — Vamos lá. Comprei uma carteira de cigarro de menta e fomos buscar bebida. O Menor pegou uma e eu peguei a mesma. Dei um gole e a bicha desceu queimando tudo; ele riu da minha cara. Xxx: — Olha por onde anda, c*****o! — fala uma menina que esbarrou em mim. Eu estava sozinha, o Menor tinha ido ao banheiro. Eu: — Êêê! Você que esbarra em mim e eu que tenho que olhar? — falo com raiva. Xxx: — Não foi ela que veio com o JP? — pergunta para uma das duas amigas. — Está dando para ele, é? Tu é uma p**a mesmo, né? Deve ser de criação; a mãe deve ser p**a também. Saiba que ele é "casado", viu, sua v*******a! Lembro dela saindo com ele em uma daquelas sumidas dele. Ela termina de falar e vem para cima de mim. Aquilo me deu um ódio... Quem ela pensa que é para falar da minha mãe? Ela me deu um t**a na cara e eu revidei com um murro; foi automático. As amigas dela vieram para cima de mim também. Como eu sabia que ia levar um p*u, já que eram três contra uma, foquei na que me xingou. Comecei a bater nela enquanto as outras me batiam. Já estava perdendo as forças quando escuto três tiros para o alto. As meninas saem de cima de mim e sinto alguém me tirando de cima da garota. Vejo a menina desmaiada e minha vista começa a apagar, até que não vejo mais nada.
Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR